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RIO BRILHANTE

Fábrica tem capacidade para fabricar 800 mil toneladas de fertilizantes a partir da ureia

Empreendimento fará o produto tanto na versão líquida como sólida
15/11/2019 12:17 - RICARDO CAMPOS JR.


 

A fábrica de fertilizantes que será inaugurada no próximo sábado (16) em Rio Brilhante, a 158 quilômetros de Campo Grande, tem capacidade para produzir 800 mil toneladas de fertilizantes a partir de ureia por ano. A planta fabrica o produto tanto na versão sólida como líquida, usado principalmente nas lavouras de cana-de-açúcar, milho e soja.

O grupo responsável pelo empreendimento, Hinove, fez um investimento de R$ 25 milhões para a construção da fábrica. A matéria-prima será importada da boliviana YPFB mediante um contrato de 10 anos, segundo o diretor de novos negócios da empresa, Rodrigo Saran.

Contudo, quando a UFN3 entrar em operação em Três Lagoas e passar a fabricar ureia, ele não descarta uma nova parceria, que poderia reduzir custos principalmente pelo transporte, já que a distância seria menor.

Parte dos recursos usados para a implantação da fábrica veio do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO).

O empreendimento terá mais de 40 mil metros quadrados de área construída em uma área de 10 hectares, sendo 7 hectares doados pela prefeitura municipal local com apoio do Governo do Estado e 3 hectares por responsabilidade da empresa.

Mato Grosso do Sul tem, atualmente, tem demanda de 1 milhão de toneladas de fertilizantes nitrogenados a base de ureia por ano. A planta da Hinove será voltada para atender o setor sucroenergético. A cidade de Rio Brilhante foi escolhida justamente por ser, hoje, a região com maior área plantada de cana de açúcar do País, além de já contar com três usinas de açúcar e álcool.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.