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BOTIJÃO DE 13 QUILOS

Gás é reajustado pela Petrobras e preço pode ultrapassar R$ 100 em MS

Reajuste será de até 5,3% e vale já a partir desta terça
21/10/2019 18:32 - GLAUCEA VACCARI


 

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) anunciou nesta segunda-feira (21), que a Petrobras reajustou o GLP residencial, o gás de cozinha com embalagem de 13 kg, entre  4,8% e 5,3%, com efeitos já a partir desta terça-feira (22). Além disso, o valor do GLP empresarial ficará entre 2,9% e 3,2% mais caro nas distribuidoras.

Correio do Estado entrou em contato com o presidente do Sindicato das Micro, Pequenas Empresas e Revendedores Autônomos de GLP, Gás Canalizado e Similares do Estado (Simpergasc-MS), Vilson de Lima, para saber qual o impacto do reajuste ao consumidor final, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Conforme o último levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do gás de cozinha em Mato Grosso do Sul, registrado entre os dias 13 e 19 de outubro, era de R$ 71,45. Levando esse valor em consideração, com o reajuste, o preço do botijão pode chegar a R$ 75,24.

Ainda segundo a pesquisa, o maior preço registrado na semana foi de R$ 95. Com o reajuste de 5,3% programado a partir da 0h desta terça-feira, o valor do gás chega a R$ 100,04.

Em Campo Grande, preços variavam de R$ 57,90 a R$ 85,00, com valor médio de R$ 69,21. Usando esses valores de base, com o maior percentual de reajuste, preços podem variar entre R$ 60,97 a R$ 89,51 na Capital.

Os aumentos são médias, pois o valor terá variação, para maior ou menor, dependendo da área de distribuição nacional, segundo o Sindigás. O preço para o consumidor final poderá ser diferente, pois as distribuidoras acrescem ao percentual de aumento os custos com mão de obra, logística, impostos e margem de lucro.

O último aumento de GLP praticado pela Petrobras foi no dia 5 de agosto.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.