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COMBUSTÍVEL

Gasolina tem nova alta e chega a ser vendida por R$ 4,799 em Mato Grosso do Sul

Preço médio do combustível é de R$ 4,35; É o segundo aumento consecutivo no mês
23/08/2020 15:58 - Glaucea Vaccari


Pela segunda semana consecutiva, a gasolina voltou a registrar aumento de preço em Mato Grosso do Sul, com valor médio de R$ 4,35.

Considerando os preços mínimo e máximo, o combustível foi encontrado sendo comercializado de R$ 4,159 em um dos postos de combustíveis, a R$ 4,799 em outro.

É o que aponta levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Pesquisa foi realizada em 87 postos de combustíveis do Estado, entre os dias 16 e 22 de agosto.

Conforme o levantamento, de uma semana para outra, o litro da gasolina teve aumento de 0,42%, saltando do valor de R$ 4,332 comercializado na semana anterior para R$ 4,350 nesta última.  

Nesta semana, considerando os preços mínimo e máximo, o combustível foi encontrado sendo comercializado de R$ 4,159 em um dos postos de combustíveis, a R$ 4,799 em outro.

Na primeira pesquisa do mês, divulgada no dia 1º de agosto, o preço médio era de R$ 4,324.

Na semana seguinte, o combustível teve queda no preço, sendo encontrado no valor médio de R$ 4,309, deflação de 0,35%.

Depois, voltou a ter alta no preço, registrando o valor médio de R$ 4,332, seguido de outra alta na última semana, chegando aos R$ 4,350.

Em Campo Grande, o preço seguiu a tendência do Estado, iniciando o mês com litro da gasolina a R$ 4,257, caindo para R$ 4,231 na semana seguinte, e registrando duas altas consecutivas nas duas últimas semanas, de R$ 4,259 e R$ 4,278.

Considerando apenas a última semana, o aumento foi de 0,44%.

Três Lagoas é a cidade do Estado onde a gasolina é mais cara, comercializada no preço médio de R$ 4,610, mas sendo encontrada com valores entre R$ 4,52 e R$ 4,799.  

No País, Mato Grosso do Sul é o 15º estado com a gasolina mais cara.

 
 

Felpuda


Esforços vêm sendo feitos por certos candidatos derrotados na tentativa de conseguir emplacar em cargos públicos comissionados alguns ex-integrantes das equipes de trabalho da campanha eleitoral.

A preocupação não seria, na realidade, com situação de dificuldades que essas pessoas enfrentariam a partir de agora, mas, sim, para livrarem-se de pagar pendências trabalhistas referentes ao período da disputa. Tem cada uma!