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SUPOSTO CARTEL

Governador sugere que Ministério Público investigue a alta nos combustíveis

Aumento nos preços de gasolina e etanol foi feito mesmo com queda da pauta fiscal
07/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

O governador do Estado, Reinaldo Azambuja afirmou ontem que o Ministério Público deveria fiscalizar o aumento nos combustíveis. Na semana passada a gasolina teve reajuste de 21% nos preços somente nos postos de Campo Grande, mesmo com redução na pauta fiscal dos combustíveis. “Quem fiscaliza cartel é Ministério Público, que tem que olhar isso com atenção. Em outros estados já estão fazendo isso”, destacou o governador durante evento.

A escalada de preços da gasolina em Campo Grande, que levou o litro do combustível à média de R$ 3,39, pegando de surpresa o motorista habituado a abastecer a valores variando entre R$ 2,99 e R$ 2,88, ocorreu menos de uma semana após o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) reduzir a pauta fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para os combustíveis a partir de 1º de agosto. Conforme o Ato Cotepe (Comissão Técnica Permanente) nº 14, publicado no Diário Oficial da União de 24 de julho, o preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) do diesel comum no Estado foi fixado em R$ 3,0470, o do etanol em R$ 2,2794 e o da gasolina em R$ 3,3298.

(*) A reportagem, de Rosana Siqueira e Taina Jará, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


Mesmo sabendo que não é fácil conquistar a vitória, alguns políticos em pleno exercício do mandato disputam eleições, querendo trocar o Legislativo pelo Executivo e se dizendo preocupados com as necessidades do município. 

A jogada é antiga: fazem campanha eleitoral antecipada, pois vão tentar a reeleição, e começam a “trabalhar” o nome desde já. É bom lembrar o dito popular: “De boas intenções o inferno está cheio”. Ah, o poder!