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IBGE

Índice de desemprego sobe de maio para junho em MS

De um mês para o outro cerca de 29 mil pessoas ficaram desocupadas no Estado
23/07/2020 15:35 - Fábio Oruê


Índice de pessoas desocupadas em Mato Grosso do Sul registrou aumento na comparação entre maio e junho deste ano. Dados de pesquisa divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que em maio o índice era que 9,7% e subiu para 11,7% no mês passado. 

Conforme os dados, 29 mil pessoas ficaram desempregadas de um mês para o outro. Em maio, eram 126 mil desocupados, número que chegou a 155 mil em junho - ou 5,7% da população total de pessoas no Estado (2,7 milhões). A taxa é a 12ª menor do país. 

Apesar desse dado, o percentual de ocupação também cresceu de um mês para o outro. O nível de ocupação passou de 55,1% em maio para 54,7% em junho - o quinto maior do país.  

A pesquisa considerou os 2,1 milhões de pessoas que tem 14 anos ou mais de idade, ou seja, considerados em idade de trabalhar, segundo o IBGE. A população na força de trabalho são 1,3 milhões. Entre esses, 1,2 milhões eram ocupados e os 155 mil desocupados. 

Em Mato Grosso do Sul, 39,1% dos domicílios receberam algum auxílio relacionado à pandemia em junho. Em maio eram 35,4%. O valor médio recebido pelos domicílios sul-mato-grossenses ficou em R$ 855, 5,7% maior que o mês anterior (R$ 806).

BRASIL 

No mercado de trabalho, a pesquisa revela que, em junho, a taxa de desocupação subiu de 10,7% para 12,4%, atingindo 11,8 milhões de pessoas. Mais 1,7 milhão de pessoas ficou sem emprego, na comparação com maio. Com isso, a população ocupada reduziu para 83,4 milhões de trabalhadores.

Já no termo de auxílio emergencial cerca de 29,4 milhões de domicílios brasileiros (43% do total) receberam em junho. Isso corresponde a mais 3,1 milhões de lares beneficiados, na comparação com o mês anterior. 

Em junho, quase metade da população (49,5%), cerca de 104,5 milhões de pessoas, viviam em domicílios em que, pelo menos, um morador recebeu auxílio.

*Matéria alterada às 18h16 para acréscimo de informação.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!