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IPCA

Campo Grande registra a segunda maior deflação do País

Preços dos combustíveis puxaram a queda da inflação na Capital
10/06/2020 14:59 - Súzan Benites


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio em Campo Grande ficou em -0,57%, enquanto a taxa registrada em março foi de -0,43 %. . No ano, a inflação acumula alta de 0,1%. A Capital teve a segunda maior deflação do País, junto com Curitiba que também registrou -0,57% e atrás apenas de Belo Horizonte que registrou -0,60.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco tiveram deflação em maio e o maior impacto negativo do mês, -0,52 ponto percentual (p.p.), veio do grupo transportes (-2,51%). Em Campo Grande, a queda no grupo foi puxada pelo recuo observado nos preços dos combustíveis (- 6,12%), em particular da gasolina (-6,04%), que apresentou o maior impacto individual negativo no índice do mês (-0,41 p.p.). A maior queda dentre os subitens foi registrada pelas passagens aéreas (-34,54%), com impacto de -0,09p.p. no índice. Também registraram quedas o etanol (-6,88%) e o óleo diesel (-7,49%).  

A segunda contribuição negativa mais intensa veio do grupo vestuário (-1,06%), com impacto de -0,05p.p. Em contrapartida, os grupos que tiveram o maior aumento foram artigos de residência (0,87%, ante a queda de -1,68 em abril), com impacto de 0,038p.p. e alimentação e bebidas (0,11%, menor que os 1,28% de abril), com 0,022p.p. de impacto.

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou em relação a abril (1,28%). Os preços de itens como a repolho (-22,15%), tomate (-16,28) e as frutas (-5,59%) recuaram em maio, contribuindo para que a alimentação no domicílio passasse de 1,44% para 0,31%. No lado das altas, os destaques foram a batata-inglesa (38,8%), a cebola (36,8%), o arroz (4,89%) e o feijão carioca (2,32%).  

As carnes subiram 0,10%, após apresentarem queda (- 1,56%) no mês anterior. A alimentação fora do domicílio também desacelerou de abril (0,82%) para maio (-0,44%). O lanche passou de alta de 3,17% para -1,3% e a refeição registrou queda menos intensa, passando de -0,40% em abril para -0,10% no IPCA de maio.

NACIONAL

No País, o índice também registrou deflação (-0,38%), enquanto o índice registrado em abril foi de -0,31%. Essa é a menor variação mensal desde agosto de 1998 (-0,51%). No ano, o IPCA acumula queda de 0,16% e, nos últimos doze meses, alta de 1,88%, abaixo dos 2,40% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2019, a taxa havia ficado em 0,13%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco tiveram deflação em maio. O maior impacto negativo do mês, -0,38 ponto percentual (p.p.), veio dos Transportes, cuja queda de 1,90% foi menos intensa que a de abril (-2,66%). Outros destaques foram Vestuário e Habitação, que recuaram 0,58% e 0,25% respectivamente. No lado das altas, Artigos de residência subiu 0,58% ante o recuo do mês anterior (-1,37%). Alimentação e bebidas (0,24%) desacelerou em relação a abril (1,79%). Os demais ficaram entre a queda de 0,10% em Saúde e cuidados pessoais e a alta de 0,24% em Comunicação.

Os 16 locais pesquisados tiveram deflação em maio. O menor índice ficou com a região metropolitana de Belo Horizonte (-0,60%), com a queda nos preços da gasolina (-6,61%) e das passagens aéreas (-28,14%). Já o maior resultado foi na região metropolitana do Recife (-0,18%), devido às altas nos preços da cebola (31,31%) e do automóvel novo (1,86%) e também da queda menos intensa nos preços da gasolina (-3,59%).

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!