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CRISE

Latam abre "recuperação judicial" nos Estados Unidos

Processo norte-americano se chama reorganização financeira, mas é semelhante ao brasileiro
26/05/2020 10:09 - Ricardo Campos Jr


 

A Latam Linhas Aéreas não suportou o colapso no setor diante da Covid-19 e abriu processo de reorganização financeira nos Estados Unidos, medida equivalente à recuperação judicial brasileira. Em nota encaminhada a todos os clientes, a empresa disse que opera apenas com 5% de todos os voos comerciais.

O artigo 11 do Código de Falências norte-americano permite que as companhias fiquem protegidas das cobranças dos credores até que haja consenso sobre como as pendências serão pagas.

A primeira etapa será uma audiência que estabelecerá o marco legal para o início da recuperação, conforme informou a Latam em seu site oficial. A partir daí, um plano para quitação das dívidas é montado.

Os credores se reúnem em uma espécie de assembleia e votam o plano. Uma vez aprovado, a empresa começa a cumpri-lo.

No Brasil funciona de maneira semelhante. Todo o processo é conduzido na esfera judicial e acompanhado por uma empresa especializada na área, nomeada pelo magistrado que conduz o caso.

A Latam disse que o processo de reorganização não se aplicará às entidades constituídas da companhia no Brasil, Argentina e Paraguai devido à natureza das dívidas locais. “Independentemente disto, todas as afiliadas poderão seguir operando segundo permitam as restrições de viagem e a demanda de passageiros”, informa a nota.

Na mensagem enviada aos clientes, a companhia reforça que todas as passagens, vouchers, e/ou qualquer forma de crédito continuarão sendo honrados, bem como as parcerias com agências existentes.

Um número de telefone foi disponibilizado aos clientes que tenham dúvidas sobre o assunto: +1 (929) 955-3449 ou +1 (877) 606-3609, nos Estados Unidos e no Canadá, respectivamente.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!