Economia

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Lojistas e camelôs estão otimistas com Mundial

Lojistas e camelôs estão otimistas com Mundial

Redação

05/06/2010 - 20h49
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Antonio Viegas, Dourados

 

A expectativa em torno do início da Copa do Mundo de Futebol de 2010, no próximo dia 11 na África do Sul, não fica por conta apenas dos torcedores que querem comemorar mais um título para a Seleção Brasileira. Existem pessoas que possuem um motivo a mais para aguardar com ansiedade esse evento mundial. São os comerciantes de artigos esportivos, adereços e outros produtos alusivos à Copa.

Além das lojas especializadas que apostam na comercialização de camisetas principalmente, há os informais, como camelôs, que colocam à disposição do torcedor uma série de itens, como chaveiros, fitas, buzinas, bandeiras, bonés e muitos outros artigos, predominando sempre a seleção brasileira. Em alguns casos é possível observar camisas de outras seleções, mas é raro. O comerciante precisa vender e o produto hoje é a seleção local.

"No início a gente procura não investir tanto, comprar muita mercadoria, porque corre o risco de ficar com ela no estoque se houver algum tropeço da seleção", comentou Carlos Eduardo de Oliveira, um cauteloso ambulante. Mas ele completa que, com o decorrer dos jogos e ampliando a chance de o Brasil ser campeão, mais produtos são disponibilizados. "A gente investe de acordo com a procura", explicou Carlos.

Aparecido Ferreira Pinto, outro comerciante, disse que a partir do primeiro jogo, se houver vitória da Seleção Brasileira, os torcedores passam a comprar mais. "Isso nos força a colocar mais produtos à venda e de forma variada", conta o vendedor. Ele afirmou que a expectativa é grande para esta Copa de 2010 e espera um crescimento significativo no volume de vendas. "Eu acredito que nós vamos superar a copa passada", disse ele, com bastante otimismo.

Já no ramo há mais de 15 anos e passando pela quarta Copa, Aparecido contou que agora é a hora em que as vendas são mais para crianças. Os adultos, segundo ele, chegam à véspera dos jogos. "A partir da próxima semana é provável que haja um aquecimento nas vendas e na procura por produtos variados, principalmente bandeiras, camisetas e bonés, que geralmente são os mais comercializados", acredita o comerciante.

Agricultura

MS deve produzir 29,3 milhões de toneladas de grãos em 2026

A estimativa consolida um novo recorde de produção de grãos no Estado, superando a marca de 27,1 milhões de toneladas atingida em 2023/24

19/01/2026 16h03

Produção de grãos no Estado deve atingir novo recorde na safra 25/26

Produção de grãos no Estado deve atingir novo recorde na safra 25/26 FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A produção da safra 25/26 de grãos em Mato Grosso do Sul deve atingir 29,3 milhões de toneladas em 2026, um crescimento de 2,7% em relação à safra passada. 

É o que mostram os dados do 4º Levantamento de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgados na última quinta-feira (15). 

Esse volume supera o valor anunciado no mês de outubro, que era de uma estimativa de 28,7 milhões. Esse valor já registrava um novo recorde na produção de grãos do Estado, superando o marco anterior, em 2022/2023, quando foram produzidas 27,1 milhões de toneladas. 

Com a expectativa de 29,3 milhões de toneladas, o Estado deve atingir o maior valor de grãos já produzido na história. 

Esse feito deve-se à união de fatores favoráveis em MS, como a expansão de áreas cultivadas no Estado, aliado aos avanços tecnológicos e condições climáticas favoráveis previstas para o ciclo 25/26.

O crescimento da área plantada no Estado deve aumentar 5,6%, passando de 6,6 milhões de hectares para 7 milhões, um aumento de 5,6% na área total. Essa expansão coloca Mato Grosso do Sul entre as unidades federativas com maior aumento de área para plantação do Brasil. 

Os maiores crescimento podem ser observados na lista abaixo:

  • Amazonas - 19,9%
  • Amapá - 14,3%
  • Pará - 10,6%
  • Rio de Janeiro - 7,1%
  • Tocantins - 6,1%
  • Mato Grosso do Sul - 5,6%
  • Roraima - 5,6%

Ainda de acordo com o levantamento da Conab, o ritmo de crescimento da produção sul-mato-grossense tem sido contínuo. O Estado produziu 20,2 milhões de toneladas na safra 2023/2024, passou a 26,4 milhões de toneladas em 2024/2025 e agora projeta 29,3 milhões de toneladas para o novo ciclo.

Produtos

A soja continua como carro-chefe da agricultura do Estado. O grão deve responder por mais da metade de todo o volume produzido. Além disso, a produção da leguminosa deve crescer 10% nesta próxima safra, chegando 15,6 milhões de toneladas, aproximadamente 53% de toda a produção de Mato Grosso do Sul. 

Outra cultura em destaque na produção sul-mato-grossense é o sorgo, que, em cinco safras teve crescimento de quase 8.000%, segundo levantamentos do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio, do Governo do Estado. 

A oleaginosa avançou em área plantada nos últimos anos, passando de 5 mil hectares no início de 2020 para quase 400 mil hectares na safra 20024/2025, influenciado pela consolidação das usinas de etanol de milho no Estado. 

“Embora o sorgo sempre tenha sido conhecido pelo produtor, sua expansão era limitada pela falta de demanda estruturada. Isso mudou quando as indústrias passaram a firmar contratos de compra, garantindo previsibilidade, escala e segurança econômica”, afirmou o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck. 

Segundo o levantamento da Conab, Mato Grosso do Sul deve produzir 624,6 mil toneladas de sorgo na safra de 2025/2026, consolidando o Estado como o 4º maior produtor do grão no Brasil. 

Além destes, outras culturas devem ter bons resultados na próxima safra, como o amendoim (183,6 mil toneladas), feijão (11,9 toneladas) e milho (155,4 mil toneladas na primeira safra e 12,4 milhões na segunda safra). A aveia e o trigo devem se manter estáveis. 

Crescimento nacional

O levantamento mostrou um leve aumento de 0,3% na produção brasileira de grãos e um crescimento de 2,6% na área cultivada em relação ao ciclo agrícola anterior. 

Neste cenário, a produção estimada das 16 principais culturas do País devem chegar a 353,1 milhões de toneladas em uma área prevista de 83,9 milhões de hectares, um aumento de 987,5 mil toneladas e 2,1 milhões de hectares em relação à safra 2024/2025. 

O clima deve influenciar na produção de soja e milho, especialmente devido às chuvas irregulares em grandes volumes em Mato Grosso do Sul e eventos climáticos como tempestades, granizo e oscilação de temperaturas na Região Sul do Brasil, além de períodos de estiagens no estágio inicial de desenvolvimento em Minas Gerais. 

Com relação ao mercado, a expectativa é que as exportações atinjam 41,5 milhões de toneladas, superando a projeção anterior de 40 milhões de toneladas. A marca é impulsionada pela ampla oferta interna e pela maior demanda internacional. 

Além disso, o consumo interno previsto neste ano é de 90,56 milhões de toneladas de grãos. 

“Esse crescimento é atribuído principalmente ao aumento da utilização do milho na produção de etanol, que vem ganhando cada vez mais relevância no setor energético”, explicou a Conab.  
 

Economia

Pix fica fora do ar e usuários reclamam nas redes sociais

O serviço de pagamento instantâneo apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), afetando usuários em todo o país

19/01/2026 14h33

Crédito: Bruno Peres / Agência Brasil

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O sistema de pagamentos Pix ficou instável durante a tarde desta segunda-feira (19), o que levou usuários que possuem contas em diferentes instituições financeiras a reclamar nas redes sociais.

No X (antigo Twitter) diversos usuários reclamaram da instabilidade do sistema, relatando que não conseguiram realizar o pagamento instantâneo. 

A plataforma DownDetector, que monitora quedas de serviço em tempo real, das 13h30 (horário de Mato Grosso do Sul), registrou mais de 6 mil reclamações, o que indica que não é um problema em um banco, mas sim, que teve alcance nacional. 

Reprodução DownDetector

Reclamações

Após a queda do sistema usuários de diversas partes do país começaram a publicar no microblog, o problema com o Pix, que afetou pelo menos cinco instituições bancárias.

 

 

 

Queridinho dos brasileiros

No site do Banco Central, existe o serviço “Pix em Números”, que registra a quantidade de transações efetuadas com o sistema de pagamento instantâneo.

O recorde registrado desde o lançamento do serviço ocorreu no dia 5 de dezembro de 2025, quando foram realizadas 313.339.828 transações.

Bancos que estão com problemas no serviço

 

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • C6 Bank
  • Caixa Econômica Federal
  • Inter
  • Itaú
  • Nubank
  • Santander
     

Até o momento, o Banco Central não divulgou nota sobre o que está ocasionando a instabilidade.

Não conseguiu fazer o pix?

Enquanto o sistema não é restabelecido, especialistas recomendam cautela. Se você precisa realizar um pagamento urgente, aqui estão algumas alternativas, o Correio do Estado organizou uma lista de alternativas

 

 

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