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Motos registram a maior alta do ano, de 1,05%

Motos registram a maior alta do ano, de 1,05%

INFOMONEY

17/12/2010 - 15h22
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Após queda em outubro, o preço das motocicletas zero quilômetro apresentou a maior alta do ano em novembro, de 1,05%, frente ao mês anterior, segundo mostra pesquisa da Agência AutoInforme, feita com base na cotação de mercado da Molicar.

Até então, setembro registrava a maior alta do ano, de 0,68%, após cinco quedas seguidas. E mesmo que os preços tenham registrado queda em outubro, a tendência era de que os preços voltassem a subir, como de fato aconteceu, e que a alta deve permanecer nos próximos meses. Essa tendência, contudo, depende do comportamento dos preços das motos Honda, que detém 80% do mercado. Em novembro, a marca teve alta de 1,84%, mas acumula queda de 4,80% nos preços no ano.

A pesquisa divulgada nesta sexta-feira (17) mostra que, no geral, entre janeiro e novembro, os preços caíram 4,45%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Marcas
No que diz respeito às marcas, a Honda foi a que mais subiu no mês, 1,84%, seguida pelos modelos da Dafra, que registraram aumento de 1,8% nos preços. A Suzuki também apresentou elevação dos preços, de 0,23%.

As demais analisadas pela Agência apresentaram recuos, sendo o mais intenso verificado nos preços das motos da Sundown, de 1,64%. Já os modelos da Yamaha ficaram 0,44% mais baratos.

Considerando os onze primeiros meses do ano, por sua vez, a Sundown foi a que registrou o aumento mais significativo, de 4,59%, seguida pela Dafra, cujos modelos apresentaram alta de preços de 2,87% no acumulado deste ano.

Já Suzuki, Yamaha e Honda acumulam queda de 0,53%, 1,73% e 4,80%, respectivamente. As motos importadas registraram queda de 0,53% no mês. No acumulado deste ano, o recuo foi de 4,57%.

Economia

Haddad exalta agro, mas cobra mais investimentos para PIB seguir crescendo

Ministro cobrou mais investimentos para 2024. Segundo ele, o governo trabalha para melhorar o ambiente de negócios.

01/03/2024 19h00

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad

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O ministro Fernando Haddad exaltou o papel do agro no resultado do PIB de 2023. Haddad diz que a produção agrícola foi um dos fatores que fizeram a economia rodar em 2023. O PIB cresceu 2,9% no período, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (1º).

Ministro cobrou mais investimentos para 2024. "É a forma mais saudável de crescer porque você não cria risco inflacionário. Aumenta a demanda de um lado, mas a oferta também".

Segundo ele, o governo trabalha para melhorar o ambiente de negócios.

A expectativa do governo para 2024 é um crescimento de 2,2%. Haddad avaliou que o afrouxamento da política monetária deve ajudar a economia, e que há espaço para mais cortes de juros e para mais crescimento.

Precisamos de investimento para fazer a economia rodar. Ano passado não foi investimento, foi produção agrícola, consumo das famílias, consumo do governo, exportações. Isso que puxou [o PIB]. Investimento foi a variável que menos acompanhou essa evolução.

Ministro Fernando Haddad

A economia brasileira se manteve estável e encerrou o ano com crescimento de 2,9%, totalizando R$ 10,9 trilhões. Relatório do FMI de setembro passado estimava que a economia brasileira cresceria 2,1% no ano.
Agro bateu recorde e puxou resultado para cima.

O setor subiu 15,1% entre 2022 e 2023, devido principalmente às lavouras de soja e milho.
 

Balanço

Planejamento: Resultado do PIB corroborou melhoria gradativa de expectativas ao longo do ano

O PIB per capita somou R$ 50 193,72, em valores correntes, um avanço em termos reais de 2,2% em relação a 2022

01/03/2024 17h00

O boletim também observa que o investimento registrou queda de 3,0%, a mais elevada desde o ano de 2016. Agência Brasil

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O resultado do PIB em 2023, que registrou avanço de 2,9%, corroborou a melhoria gradativa das expectativas ao longo do ano, de acordo com o boletim Indicadores Econômicos divulgado nesta sexta-feira, 1º, pelo Ministério do Planejamento.

"O crescimento do setor agropecuário foi o destaque no lado da oferta, assim como a continuidade do setor de serviços. Na ótica da demanda, deve-se destacar a elevação do consumo das famílias e do governo", disse a Pasta.

A nota destaca que o desempenho de 2023 é o terceiro ano de crescimento consecutivo após a pandemia da covid-19. " Em 2024, se não houver elevação da atividade em nenhum dos trimestres, o PIB brasileiro, ainda assim, irá crescer aproximadamente 0,2% (o chamado carrego estatístico)", diz o boletim.

A Pasta mencionou a alta de 15,1% da agropecuária, diante do crescimento da produção em várias culturas e ganhos de produtividade no setor, com avanço em várias culturas e ganhos de produtividade.

"Na ótica da demanda, chama a atenção a elevação do Consumo das Famílias (3,1%) - diante da elevação na massa salarial real, arrefecimento da inflação e programas governamentais de transferência de renda, do Consumo do Governo (1,7%) e das Exportações (9,1%)", descreve.

O boletim também observa que o investimento registrou queda de 3,0%, a mais elevada desde o ano de 2016. A taxa de investimento, em relação ao PIB, foi de 16,5% ante 17,8% em 2022 Já a taxa de poupança, que financia o investimento, foi de 15,4% em 2023 ante 15,8% em 2022.

O PIB per capita somou R$ 50 193,72, em valores correntes, um avanço em termos reais de 2,2% em relação a 2022.

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