Economia

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MS é 5º com menor devolução

MS é 5º com menor devolução

dourados agora

21/06/2011 - 12h16
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Mato Grosso do Sul é o quinto estado brasileiro com menor índice de devolução de cheques, segundo dados da Serasa Experian, empresa que administra o serviço no Brasil.

Segundo o ranking elaborado pela instituição financeira, MS está classificado em 23º entre os estados brasileiros, com um índice de devolução de 1,80% entre janeiro e maio deste ano.

É o quinto melhor desempenho na compensação de cheques – perdendo apenas para regiões com maior concentração de Produto Interno Bruto (PIB), como Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Apesar de um índice menor do que outras regiões brasileiras, a taxa de devolução de cheques em Dourados ainda onera os empresários, que aos poucos já substituíram o cheque pelo cartão de crédito.

Em todo o país, no mês de maio o índice de devolução de cheques foi de 1,86% – o que, no acumulado, representa aos empresários um prejuízo de R$ 1,75 milhão. De janeiro a maio deste ano, o prejuízo acumulado com a devolução de cheques já alcança R$ 8,8 milhões. No ranking estadual, a Serasa Experian não divulga valores – apenas o percentual de cheques devolvidos em cada unidade da federação.

O ranking é liderado por Roraima, que de janeiro a maio deste ano acumulou um índice de 11,4% de devolução. A lista é seguida por Maranhão (9,47%), Acre (7,58%) e Sergipe (6,61%).

Mato Grosso do Sul aparece em 23º lugar, com 1,8%. Em seguida, vem Santa Catarina (1,75%), Paraná (1,63%), Rio de Janeiro (1,6%) e São Paulo, que no país registrou o menor índice de devolução de cheques: 1,47%.

MS DAY

Estado prospectou R$ 30 bilhões em investimentos nos EUA

Após semana em Nova York, Riedel volta com R$ 3 bilhões em investimentos e encaminhamento de outros R$ 27 bilhões

21/05/2024 08h30

Governador Eduardo Riedel no evento MS Day, em Nova Iorque (EUA)

Governador Eduardo Riedel no evento MS Day, em Nova Iorque (EUA) Foto: Divulgação

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), voltou de Nova York, nos Estados Unidos, animado com a receptividade dos projetos estratégicos de Mato Grosso do Sul para investidores não apenas norte-americanos, mas de todo o mundo.

Pelo menos R$ 30 bilhões em novos investimentos estão no radar do governador: R$ 3 bilhões de indústrias que já confirmaram seus novos empreendimentos, e mais R$ 27 bilhões em parcerias estratégicas, que incluem rodovias, o complexo de parques em Campo Grande e a rede hospitalar (leia mais nesta edição).

O setor de logística mereceu um dia especial durante a semana repleta de eventos composta pelo road show de Mato Grosso do Sul no exterior, o MS Day, além de eventos da Lide e promovidos pelo governo brasileiro durante a Semana do Brasil em Nova York.

Somente para o projeto que prevê a concessão conjunta das rodovias BR-262, no trecho entre Campo Grande e Três Lagoas; BR-267, no trecho Bataguassu - Nova Alvorada do Sul; e MS-040/MS-338, de Campo Grande a Bataguassu, o Estado precisa captar pelo menos R$ 5,5 bilhões para investir na estrutura das estradas (Capex) e aproximadamente o mesmo valor para investimentos operacionais (Opex) no período da concessão.

O objetivo do governador Eduardo Riedel é confirmar a delegação das rodovias ao governo do Estado pela União em breve para levar a concessão a leilão na B3, a bolsa de valores brasileira, ainda no segundo semestre deste ano.

“Essas são rodovias em que nós temos de avançar. E é importante estarmos no centro econômico e financeiro do mundo, que é Nova York, porque Mato Grosso do Sul entra no radar dessa turma que está lá. Se a gente não vai, podemos perder a oportunidade de atrair R$ 27 bilhões para um pipeline (fluxo de investimentos, no jargão do mercado) que estão no radar para o próximo ano e meio”, explicou Eduardo Riedel.

Parques

No caso dos parques, a expectativa é que a modelagem seja concluída ainda neste ano, para que o complexo de parques estaduais de Campo Grande vá a leilão no primeiro semestre do próximo ano.

O plano do governo de Mato Grosso do Sul é conceder para a iniciativa privada o Parque das Nações Indígenas, o Parque Estadual do Prosa, e juntamente no pacote, equipamentos importantes como o Aquário do Pantanal.

A somatória dos investimentos necessários para as rodovias, os parques e para a rede hospitalar de Mato Grosso do Sul, que prevê pelo menos 900 leitos, é de pelo menos R$ 27 bilhões.

Captações

O governo de Mato Grosso do Sul também captou R$ 3 bilhões em investimentos. O menor deles é o único já anunciado: uma fábrica de colágeno orgânico em Terenos. Os outros são na área de bioenergia, uma indústria de papel (subproduto da celulose) e de proteína animal.

Malha Oeste

Apesar de ser estratégica para Mato Grosso do Sul, a Malha Oeste deve continuar sob administração do governo federal.

O acordo que está encaminhado é para que a Rumo revitalize o trecho entre Campo Grande e Três Lagoas, conectando-o às malhas Norte/Paulista em Aparecida do Taboado.

A concessão viria em um investimento conjunto da Suzano e da Eldorado. Na outra ponta da Malha Oeste, em Corumbá, a J&F Mineração tem interesse em revitalizar o trecho entre Porto Esperança e Corumbá.

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PRODUÇÃO FLORESTAL

Paraguai receberá U$4 bilhões para projetos de eucalipto e celulose

Primeira mega planta de celulose tem previsão de gerar milhares de empregos na região

20/05/2024 20h00

Paraguai receberá R$4 bilhões para projetos de eucalipto e celulose

Paraguai receberá R$4 bilhões para projetos de eucalipto e celulose Divulgação/CNA

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Paraguai está avançando com o objetivo de se tornar um líder global na produção florestal sustentável, aproveitando seu extenso território como recurso vital para ingressar nesse setor.

Dados oficiais indicam que 45% do território paraguaio possui um potencial significativo para a produção florestal, abrindo novas oportunidades econômicas para o país.

O Grupo Zapag, conhecido por sua atuação no esporte e por liderar a diretoria do clube Cerro Porteño, decidiu investir fortemente no setor de papel.

A empresa planeja injetar US$ 4 bilhões na produção de eucalipto, em parceria com um consórcio estrangeiro. Este empreendimento é a Paracel - primeira mega planta de celulose no Paraguai, que gerará milhares de empregos na região.

A iniciativa será realizada em colaboração com a companhia sueco-belga Girindus Investments, e a previsão é que as operações comecem em 2027.

Segundo os diretores da Paracel, a base florestal necessária para o projeto já está assegurada, com mais de 103 mil hectares de plantações de eucalipto disponíveis. A planta projetada terá uma capacidade de produção estimada em 1,8 milhão de toneladas anuais de celulose.

Impacto Econômico e Sustentabilidade

Este projeto representará um marco pioneiro para o Paraguai e refletirá a confiança no futuro do setor florestal do país.

Além de promover a sustentabilidade, a nova planta de celulose ainda abrirá as portas para uma nova atividade econômica, consolidando o Paraguai no cenário internacional da produção florestal sustentável.

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