Economia

BALANÇO

MS gerou 62,2 mil empregos em 4 anos

MS gerou 62,2 mil empregos em 4 anos

DA REDAÇÃO

26/01/2011 - 17h27
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Em quatro anos Mato Grosso do Sul gerou 62.663 empregos formais, de acordo com levantamento da Fundação Estadual do Trabalho (Funtrab). Baseando a pesquisa no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o diretor-geral da Fundação, Cícero Ávila, explica que o índice representa um crescimento de 17,76% do total de estoque de empregos criados no Estado. O saldo, segundo Cícero, é resultado de uma economia com a base diversificada.

“O compromisso do governador era a diversificação da base econômica e ao fim desses quatro anos, sem sombra de dúvidas, pelo viés do emprego fica evidente que nós conseguimos cumprir bem esta tarefa”, afirma o diretor-geral da Funtrab.

Ele observa que anteriormente a economia sul-mato-grossense era baseada no setor primário da economia (agricultura e pecuária) e no setor terciário, que abrange comércio e serviços – este último com índices elevados de informalidade. Com incentivos do governo do Estado, que investiu em infraestrutura – como logística e transporte –, aliado ao comprometimento dos municípios, o Estado atraiu indústrias e diversificou a base da economia.

“O grande desafio era crescer a indústria, porque quando se investe neste setor fazemos crescer o setor primário porque a indústria demanda insumos e matérias-primas. Impacta-se o setor terciário porque junto da indústria temos um conjunto de serviços que são acrescidos no entorno dela, como segurança, limpeza, transporte, comunicação e outros que se ampliam para atender a esta demanda da atividade industrial”, detalha.

O setor da construção civil contratou 13,07% do total de trabalhadores empregados em quatro anos

De 2007 a 2010, o setor da indústria foi responsável por 23,39% do total de empregos gerados em Mato Grosso do Sul, conforme aponta Cícero Ávila. Setores como comércio de serviços aparecem logo em seguida com 22,21% e 22,16% respectivamente. A lista também traz o setor extrativo mineral, sendo responsável por 14,27% dos empregos gerados ao fim de quatro anos e 13,07% da construção civil.

Emprego em todo MS

Um estudo realizado em 2009 pelo Observatório do Trabalho da Funtrab aponta ainda que atualmente já é possível observar uma forte atividade econômica industrial em sete das nove regiões de Mato Grosso do Sul. “Quando crescemos este emprego regionalmente podemos afirmar também que está havendo uma redução das desigualdades regionais. Porque quando o emprego formal chega na maioria das regiões o governo cumpre uma outra função importante que é fazer o Estado se desenvolver como um todo, gerando bem-estar social”, analisa Ávila.

Para atender o desenvolvimento econômico que culmina em geração de trabalho, o Estado amplia também seu sistema público de empregos. Atualmente são disponibilizados 23 Centros Integrados de Atendimento ao Trabalhador (Ciats).

“Este ano vamos inaugurar mais oito Ciats, chegaremos à nossa meta atual que é de 31 centros em todo o Estado. Isso vai permitir uma cobertura muito mais ampla em todo o sistema público de empregos do Estado e agora com a mudança do novo sistema web, nós vamos estudar um mecanismo para que haja uma expansão desta rede, com a parceria dos municípios, para todas as regiões que queiram”, afirma.

Além de oferecer serviços como encaminhamento ao mercado de trabalho, solicitação de seguro-desemprego, oferecimento de linhas de crédito através do Banco da Gente, é também nos Ciats que o trabalhador tem acesso à capacitação.

Loteria

Acumulou: Ninguém acerta as seis dezenas da Mega Sena 2737 deste sábado (15)

O prêmio para o próximo concurso está em R$ 53 milhões

16/06/2024 13h01

Confira o resultado da Mega-Sena

Confira o resultado da Mega-Sena

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A Caixa Econômica Federal sorteou as seis dezenas do concurso 2737 da Mega-Sena na noite deste sábado (14), no Espaço da Sorte, em são Paulo.

O prêmio estava estimado em R$ 53 milhões.

Números sorteados no concurso 2737: Confira o resultado

  • 16 - 20 - 30 - 34 - 37 - 45

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

O rateio, que é o número de acertadores e o valor que cada acertador irá receber, será divulgado em breve pela Caixa Econômica Federal.

Os sorteios são transmitidos ao vivo pelo canal do Youtube da Caixa.

Como jogar na Mega-Sena

Os sorteios da Mega-Sena são realizados três vezes por semana, às terças, quintas e aos sábados.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 18h (horário de MS) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet.

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você, pela modalidade surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos, chamada Teimosinha.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 5,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Premiação

Caso não haja acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao tesouro nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

Não deixe de conferir o seu bilhete de aposta.

A quantidade de ganhadores da Mega-Sena e o rateio podem ser conferidos aqui.

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ECONOMIA

Enel confirma a Lula investimento de R$ 20 bi para acabar com apagões

Presidente reuniu-se com diretor-geral da empresa na viagem à Itália

16/06/2024 10h00

Foto: Ricardo Stuckert / PR

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Companhia com a imagem afetada por sucessivos apagões nos últimos meses, a Enel assumiu o compromisso de investir R$ 20 bilhões de 2024 a 2026 nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e Ceará para reduzir as interrupções de energia. A empresa prometeu o investimento após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrar-se com o diretor-geral da Enel, Flavio Cattaneo, na viagem à Itália.

“A gente está disposto a renovar o acordo se eles assumirem o compromisso de fazer investimento, e eles assumiram o compromisso de ao invés de investirem R$ 11 bilhões, eles vão investir R$ 20 bilhões nos próximos três anos, prometendo que não haverá mais apagão em nenhum lugar em que eles forem responsáveis”, disse Lula em entrevista coletiva após o encontro.

De acordo com o presidente, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, deve apresentar uma proposta na próxima semana que tratará os termos da renovação. “São Paulo, a maior capital, cidade mais importante do país, não pode ficar sem energia”, acrescentou Lula.

No fim de abril, a Enel tinha anunciado o investimento de US$ 3,7 bilhões, em torno de R$ 20 bilhões, para diminuir as interrupções de energia nas áreas onde opera. Recentemente, o governo condicionou a renovação das concessões à companhia à ampliação dos investimentos.

No momento, o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil da Presidência da República discutem os critérios para a renovação de 20 concessões na área de energia que vencem a partir de 2025. Além da Enel, terão os contratos renovados a CPFL Energia, a Neoenergia, a Equatorial e a Energisa, que concentram quase dois terços do mercado de distribuição de energia no país.

Multas e CPI

Após os apagões que atingiram a região metropolitana de São Paulo em novembro, a Enel foi multada duas vezes. Em fevereiro, a Aneel multou a companhia em R$ 168,5 milhões. Em abril, o Procon SP aplicou uma multa de R$ 12,9 milhões, por falhas no serviço de energia no centro da capital paulista.

Nesta semana, a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública multou a filial da Enel no Rio de Janeiro em R$ 13,067 milhões. Os motivos foram a frequência de interrupção dos serviços e a demora por parte da concessionária em restabelecer o fornecimento.

Em São Paulo, a Enel foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal que pediu o fim do contrato com a companhia e cobrou investimentos de R$ 6,2 bilhões na rede de energia da capital paulista. Em abril, a 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve liminar que obriga a companhia a reduzir a falta de luz no estado.

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