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REPRESENTAÇÕES

Países do sudeste asiático visitam MS para conhecer Rota Bioceânica

Ponte na fronteira vai viabilizar escoamento de produção do Estado
15/02/2020 13:49 - Thiago Gomes


 

Embaixadores de sete países que integram a chamada Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) estiveram  reunidos nesta sexta-feira com empresários e autoridades na Casa da Indústria, em Campo Grande, para conhecerem o potencial da indústria de Mato Grosso do Sul e a rota bioceânica. Juntos, os países da Asean têm 700 milhões de habitantes, PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 3,1 trilhões e importaram o correspondente a US$ 20 bilhões em produtos do Brasil no ano passado.

Representantes de Myanmar, Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Cingapura e Vietnã  buscaram informações sobre a rota bioceânica, a ser viabilizada com a construção de uma ponte sobre o Rio Paraguai que ligará o Brasil, via Porto Murtinho, no sul do Estado, aos portos do Chile, facilitando o acesso local ao mercado asiático. Pela manhã eles foram recebidos pelo governador Reinaldo Azambuja.

“Esperamos cada vez mais estreitar relações com o sudeste asiático. Os embaixadores vão ter a oportunidade de conhecer as potencialidades do nosso Estado. Essa conectividade e integração da bioceânica, além de conectar a América do Sul, ainda encurta distância para a Ásia, barateia o comércio, o ir e vir de mercadorias entre os países”, afirmou Azambuja.

Para o presidente do bloco, Myon Tint, o corredor bioceânico é uma oportunidade de estreitar as relações com o MS. “Espero entender melhor o corredor bioceânico para podermos estabelecer relações de comércio, agricultura e investimentos”, disse.

Já o presidente da Federação das Indústrias, Sérgio Longen comentou que as operações comerciais entre a indústria dedo Estado e os países do bloco econômico ainda são tímidas, mas apostou que, com o novo corredor bioceânico, a movimentação pode se tornar bastante expressiva. 

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.