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PARADA DESDE 2014

Petrobras precisa de R$ 700 milhões para<br> terminar indústria em Três Lagoas

Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III já consumiu R$ 3,5 bilhões
18/07/2016 18:36 - RODOLFO CÉSAR


 

A Petrobras ainda precisa de R$ 700 milhões para concluir a obra da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN III), em Três Lagoas. O empreendimento foi paralisado em dezembro de 2014 com a crise instalada na estatal por conta de casos de corrupção e gerou centenas de demissões.

A empresa divulga que 85% da construção está finalizada e a conclusão só será possível a partir de parceiros que queiram investir.

Apesar de entraves que permanecem na Petrobras, o presidente Pedro Parente afirmou ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB) hoje que a obra será finalizada. Os dois participaram de reunião no Rio de Janeiro para tratar o assunto.

“Já tem parceiros interessados e ele (Pedro Parente) não vai deixar essa obra inacabada”, disse Reinaldo, repercutindo a fala do presidente da estatal.

A promessa do governo federal quando lançou o empreendimento, em 2011, era de que a UFN III seria responsável por reduzir pela metade a dependência nacional de empresas internacional que produzem fertilizantes.

A UFN III consumiu cerca de R$ 3,5 bilhões. A paralisação aconteceu em dezembro de 2014, quando a Petrobras rompeu contrato com o consórcio formado pela Galvão Engenharia e Sinopec. As empreiteiras deixaram dívida de R$ 30 milhões com fornecedores.

A capacidade da unidade, quando estiver pronta, é de produzir 1,2 milhão de toneladas de ureia e 70 mil toneladas de amônio anuais. Esse volume seria direcionado para a agricultura em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Paraná.

 

Felpuda


A parceria que até então era cantada em prosa e verso, com direito à divulgação de fotos em momentos de muita alegria, dá sinais de que realmente está se esgotando. O tal parceiro quase não mais aparece nos meios de divulgação, e até criticas, digamos, “meio de leve” vêm sendo feitas. Dizem que está o “maior climão”.Mas pelo sim, pelo não, resta esperar para ver onde é que essa parceria chegará. Sei não...