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AGRONEGÓCIO

Estado recebe R$8,6 bilhões de recursos do Plano Safra de 2020/2021

Valor é o mais alto já recebido por Mato Grosso do Sul
09/07/2020 12:28 - Gabrielle Tavares


A superintendência regional do Banco do Brasil anunciou os recursos disponíveis para financiamento do setor rural de R$ 8,64 bilhões, 12,5% a mais em relação ao ano anterior, que foi R$ 7,68 bilhões.  

Os financiamentos podem ser contratados até 30 de junho de 2021. O plano prevê aos pequenos agricultores rurais recursos para financiamento em atividades agropecuárias, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). E os médios produtores rurais, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).  

Demais produtores e cooperativas vão contar com outra fatia importante dos recursos. Houve redução em todas as taxas de juros dos programas contemplados pelo Plano Safra 2020/2021 que vão variar de 2,75, a 7,5% ao ano.

“Da forma como foi estruturado, o plano resolveu o problema da disponibilidade de recursos, trouxe importante redução nas taxas de juros e chegou em tempo hábil ao produtor graças a integração da Famasul, Banco do Brasil e Semagro”, explicou secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck.

Na avaliação de Verruck um dos principais ganhos foi o aumento, em 30%, do volume de recursos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e o lançamento conjunto com a agricultura familiar, além da permissão de aquisição de área de reserva legal com esses recursos.

O secretário citou ainda o programa de agricultura de baixo carbono (ABC) que teve suas linhas ampliadas em mais de 30%. “A ideia é fazer uma agricultura com tecnologia, uma agricultura sustentável e que consiga concorrer nesses grandes mercados mundiais onde o Mato Grosso do Sul já tem participado de maneira bastante ativa”, concluiu.

 
 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.