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Saiba 4 dicas para não cair em
ciladas de empréstimos online

Saiba 4 dicas para não cair em
ciladas de empréstimos online

DA REDAÇÃO

06/06/2016 - 14h31
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Em um momento em que há o aumento do desemprego e inflação, solicitar empréstimos pela internet tem se tornado uma alternativa cada vez mais recorrente para aqueles que precisam pagar as contas em dia.

Além de prática e rápida, a alternativa evita constrangimentos ao cliente e evita seu deslocamento no mundo físico, necessários em bancos e intuições financeiras.

Como qualquer serviço online e que ainda envolve a vida financeira do solicitante, é preciso ter cuidado para não cair em ciladas. Antes de realizar a contratação, é bom certificar-se com alguns cuidados. As empresas que oferecem esse serviço costumam fornecer entre R$ 500 a R$ 2,5 mil emprestados e os prazos para pagamentos oferecidos chegam a ser de 12 meses.

Há 12 anos no mercado, a financeira Simplic divulgou quatro dicas fundamentais para quem não quer correr risco de ser vítima de golpe.

VERIFIQUE SE O SITE É SEGURO

Antes de digitar informações pessoais em sites de banco ou qualquer página como as de cartões de crédito, é imprescindível que o usuário verifique a presença do “cadeado de segurança” que, geralmente, fica na janela de endereço da página do navegador.

Esse “cadeado” é um documento de identidade digital emitido por uma organização confiada dentro do sistema de “identidade” global. Portanto, ele atesta que se trata mesmo do site do banco e não um site falso.

PESQUISE SOBRE INSTITUIÇÃO

Além de certificar-se de que o site é legítimo, é importante que o usuário analise a reputação da empresa e a quanto tempo ela está presente no mercado, antes mesmo de oferecer seus dados pessoais.

Outra alternativa é avaliar junto ao Banco Central se a empresa possui autorização para operar no país e se há reclamações junto a órgãos de defesa ao consumidor.

ORGANIZE-SE PARA PEGAR EMPRÉSTIMO QUE CABE NO BOLSO

Se você está pegando empréstimo é porque deslizou nas finanças. Por isso, é importante colocar na ponta do lápis se conseguirá realizar o pagamento em dia do empréstimo antes mesmo de solicitá-lo.

Desta maneira, é possível evitar afundamento ainda maior nas finanças e utilizar o empréstimo para realmente se reorganizar financeiramente.

LEIA COM CUIDADO O CONTRATO

Algumas instituições cobram menos juros, mas exigem como garantia bens materiais como carros e imóveis que devem estar quitados para evitar a inadimplência do solicitante.

É importante avaliar os termos de condições para ver se vale a pena correr este risco caso não consiga realizar os pagamentos em dia.

Economia

Aneel mantém bandeira tarifária verde em março, sem adicional nas contas de luz

O atual patamar das bandeiras tarifárias se mantém há 23 meses

23/02/2024 23h00

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária verde em março para os consumidores de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN), sem adicional na conta de luz. O atual patamar das bandeiras tarifárias se mantém há 23 meses, e a manutenção ocorre devido às condições ainda favoráveis para a geração de energia em usinas hidrelétricas.

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no País, e busca e atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia

Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da "conta Bandeiras".

A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, significa que o custo para produzir energia está baixo. Já as bandeiras amarela e vermelha 1 e 2 representam um aumento no custo da geração e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está relacionado principalmente ao volume dos reservatórios.

Cenário

Embora os reservatórios das hidrelétricas permaneçam em situação considerada confortável, há uma incerteza em relação ao futuro, uma vez que os volumes de chuva estão baixo da média histórica, em pleno período úmido, limitando a recuperação dos reservatórios das hidrelétricas.

Em reunião do Programa Mensal da Operação (PMO), realizada na quinta-feira, técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ligaram o sinal de alerta em relação à capacidade de recuperação dos volumes armazenados até o inverno, quando há menos incidências de chuvas.

"É um ponto de atenção que trouxemos desde o PMO passado", comentou a gerente executiva de programação da operação do ONS, Candida Lima, durante a reunião.

A depender de como o regime de chuvas ficará até o final de março, há possibilidade de uma mudança na bandeira tarifária ainda este ano.

Economia

Vendas do Tesouro Direto sobem 13% em janeiro

No mês passado, foram vendidos R$ 3,649 bi em títulos

23/02/2024 19h00

O novo valor representa um aumento de R$ 92 ante ao valor atual (R$ 1.320) Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

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As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somaram R$ 3,649 bilhões em janeiro, divulgou nesta sexta-feira (23) o Tesouro Nacional. O valor subiu 13% em relação a dezembro, mas caiu 16,46% em relação a janeiro do ano passado.

O recorde mensal histórico do Tesouro Direto ocorreu em março do ano passado, quando as vendas somaram R$ 6,842 bilhões. O mês passado foi marcado por algumas instabilidades no mercado financeiro global, o que reduziu o interesse de alguns investidores.

Os títulos mais procurados pelos investidores em janeiro foram os corrigidos pela Selic (juros básicos da economia), cuja participação nas vendas atingiu 66,3%. Os títulos vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA) corresponderam a 20,3% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, foram 9,9%.

Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 2,5% das vendas. Criado em agosto do ano passado, o novo título Tesouro Educa+, que pretende financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 0,9% das vendas.

O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic. Em janeiro de 2021, o Banco Central (BC) começou a elevar a Selic. A taxa, que estava em 2% ao ano, no menor nível da história, ficou em 13,75% ao ano entre janeiro de 2022 e agosto de 2023. Mesmo com as quedas recentes nos juros básicos, atualmente em 11,25% ao ano, as taxas continuam atrativas.

O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 130,09 bilhões no fim de janeiro, aumento de 1,61% em relação ao mês anterior (R$ 128,23 bilhões) e de 22% em relação a janeiro do ano passado (R$ 105,67 bilhões). Essa alta ocorreu porque as vendas superaram os resgates em R$ 707,1 milhões no mês passado.

Investidores
Em relação ao número de investidores, 468,1 mil novos participantes se cadastraram no programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 26.918.583. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 23,1%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 2.524.954, aumento de 20,4% em 12 meses.

A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 84,3% do total de 657.379 operações de vendas ocorridas em janeiro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 63,8%. O valor médio por operação atingiu R$ 5.551,24.

Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos de até um ano representam 16,6% do total. As operações com prazo entre um e cinco anos representaram 43,4%; e aquelas com prazo entre cinco e dez anos, 16,3% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo representaram 23,7% das vendas.

O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Transparente .

Captação de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

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