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MATO GROSSO DO SUL

Salário dos servidores estaduais estará disponível em 7 de maio, diz secretário

Eduardo Riedel afirmou que o governo aguarda aprovação de pacote de ajuda para manter folha em dia
30/04/2020 11:34 - Adriel Mattos, Ricardo Campos Jr


 

O salário dos servidores públicos de Mato Grosso do Sul vai ser depositado em 6 de maio e estará disponível para saque no dia seguinte. O anúncio foi feito pelo secretário de estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, durante transmissão ao vivo do Governo do Estado na rede social Facebook.

“É muito importante que neste momento este recurso irrigue a nossa economia. É um recurso importante para ajudar a reativar a economia do Estado”, destacou Riedel. O secretário afirmou que o pagamento das próximas folhas podem depender da ajuda federal.

“Muitas pessoas perguntam se estão garantidos os salários dos servidores pra frente. Repito com muita transparência que temos nossa bancada federal em ação para aprovar as medidas de socorro aos estados o mais rápido possível. Temos conversado com toda a bancada”, explicou, em referência aos pacote de ajuda aos estados tramitando no Congresso Nacional.

TEMOR

Com a queda na arrecadação devido à quarentena imposta pela pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, houve o temor do pagamento dos salários ficar comprometido. Porém, em entrevista na edição de segunda-feira (27) do Correio do Estado, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) garantiu o depósito dos vencimentos na data prevista.

“Nós estamos honrando os compromissos”, frisou sobre a folha dos mais de 81 mil servidores estaduais, que somados ativos e inativos, como aposentados e pensionistas, custam mais de R$ 469 milhões mensais.

O Governo do Estado anunciou queda de R$ 70 milhões na arrecadação do ICMS de abril, com uma projeção de perdas na ordem de R$ 280 milhões em maio.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.