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Senai de Corumbá será reestruturado

Senai de Corumbá será reestruturado

DA REDAÇÃO

18/06/2011 - 00h01
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A Fiems iniciou neste mês de junho a segunda parte da reforma e ampliação do CetecSenai Corumbá, que faz parte do conjunto de obras do Complexo Sesi-Senai do município lançado em agosto de 2009 e que prevê uma ampla modernização das duas unidades com previsão de investimentos superior a R$ 10 milhões. Em agosto do ano passado, foi inaugurado um novo bloco na unidade com 12 salas de aulas utilizadas pelos cursos de qualificação e técnico nas áreas de mecânica, química, mineração, eletrotécnica e segurança do trabalho, além de entregar dois novos laboratórios de química e mineralogia para atender os cursos técnicos de química e mineração como também as demandas das indústrias em análises físico-químicas e análises químicas de minérios.

Nesta segunda etapa das obras no CetecSenai Corumbá, serão investidos R$ 2,6 milhões em serviços de urbanização da unidade, prevenção e combate a incêndios, reformas da oficina mecânica e das salas de aula, construção de uma subestação, de uma oficina de solda, de uma cantina, de passarelas e de sanitários adaptados para pessoas com deficiências motoras. Na prática, as obras vão ampliar a área construída da unidade dos atuais 4.130,34 metros quadrados para 4.889,45 metros quadrados, possibilitando um melhor atendimento das demandas das indústrias instaladas no município e também em Ladário, bem como da comunidade em geral das duas cidades.

Segundo o gerente do CetecSenai Corumbá, Marcos Costa, essas obras de ampliação e modernização contribuirão para o avanço tecnológico da unidade, que começou no ano passado com a entrega dos dois novos laboratórios de química e minerologia utilizados para atender as necessidades dos cursos técnicos de química e mineração e também as demandas das indústrias em algumas análises físico-químicas e análises químicas de minérios. “O laboratório de química tem uma série de equipamentos que são utilizados para dar suporte à indústria, como espectrofotômetro para análise de água e minérios, análise granulométrica e equipamentos de análise química via úmida”, informou.

Ele completa que o laboratório de minerologia conta com equipamentos de tratamento laboratorial de minérios, britador, moinho, equipamentos de bancada - estereoscópio, microscópios e também um software para leituras de mapas e cartas geológicas -, máquinas e equipamentos para trabalhos a campo, como teodolitos, estação meteorológica e GPS. “Após a conclusão da 2ª etapa das obras, cujo término está previsto para o primeiro semestre de 2012, poderemos contemplar inúmeros projetos com alto nível tecnológico. Nesse sentido, poderemos atender melhor os nossos clientes”, disse.

Mercado

Produção nacional de aço bruto cresce 0,4% em 1 ano e soma 2,7 milhões de t em janeiro

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em janeiro foi de 1,9 milhão de toneladas, valor 1,4% superior na comparação anual

23/02/2024 18h00

As vendas internas atingiram 1,6 milhão de toneladas, avanço de 1,5%. Foto: Internet

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O Instituto Aço Brasil informa que a produção nacional de aço bruto somou 2,7 milhões de toneladas em janeiro de 2024, o que representa um aumento de 0,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em igual período, as vendas internas atingiram 1,6 milhão de toneladas, avanço de 1,5%.

A produção de laminados em janeiro foi de 2 milhões de toneladas, valor 8% superior ante o mesmo período de 2022. No mesmo intervalo, a produção de semiacabados somou 721 mil toneladas, o que representa uma retração de 16,2%.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em janeiro foi de 1,9 milhão de toneladas, valor 1,4% superior na comparação anual.

As exportações no período somaram 967 mil toneladas, o que representa uma alta de 1,8% ante o mesmo mês de 2022. Considerando igual intervalo, os ganhos com as vendas para o mercado externo totalizaram US$ 695 milhões, valor 11,2% menor para o setor.

As importações, por sua vez, foram de 367 mil toneladas em janeiro, uma queda de 2,9% ante o registrado no mesmo período do ano passado. Em valores, as importações somaram US$ 406 milhões, recuo de 17,3% no mesmo intervalo de comparação.

A taxa de penetração dos produtos importados, segundo o Instituto Aço Brasil, foi de 17,6% em janeiro, queda de 0,1 ponto porcentual ante o mesmo mês de 2023.

Combustível

Petrobras reservará unidades dedicadas à produção de SAF por maior valor agregado, diz diretor

O plano estratégico da Petrobras até 2028 prevê investimento de US$ 1,5 bilhão em negócios de biorefino, sem contar pesquisa e desenvolvimento

23/02/2024 17h00

A futura capacidade de 34 mil bpd vai representar até 30% do mercado atual brasileiro. Andre Ribeiro/ Agência Petrobras

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O diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Mauricio Tolmasquim, disse nesta sexta-feira, 23, que a estatal vai reservar as unidades dedicadas de produção de combustíveis renováveis para a produção de combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês)

A estratégia se deve ao fato de o produto ter valor agregado superior ao de outros produtos, como o diesel R, que, por ora, vai seguir sendo produzido majoritariamente em unidades de coprocessamento de óleos vegetal e fóssil.

O diretor da Petrobras fez os comentários em seminário sobre biocombustíveis organizado pela Universidade Columbia, no Rio de Janeiro, em evento paralelo à agenda do G20 na cidade.

Tolmasquim detalhou que a unidade totalmente dedicada à produção de BioQAV na Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão (SP), terá capacidade para produzir 15 mil barris por dia (bpd) do produto, enquanto a unidade a ser ativada no Polo Gaslub, no Rio de Janeiro, vai produzir 19 mil bpd.

Somada, a futura capacidade de 34 mil bpd vai representar até 30% do mercado atual brasileiro, volume, portanto, "relevante" nas palavras de Tolmasquim.

Ele lembrou que o plano estratégico da Petrobras até 2028 prevê investimento de US$ 1,5 bilhão em negócios de biorefino, sem contar pesquisa e desenvolvimento, que contam com recursos em separado.

O diretor da Petrobras afirmou que o biorefino segue como um dos principais focos da Petrobras em sua busca pela descarbonização de seus negócios, ao lado dos investimentos em novos combustíveis (Hidrogênio Verde e Amônia Verde) e geração de energia renovável (solar e eólica onshore e offshore).

Segundo o executivo, um dos principais focos da Petrobras em biocombustíveis de última geração tem a ver com as metas futuras de descarbonização obrigatórias nos mercados de aviação e de navegação - para o qual a Petrobras pretende fornecer metanol verde.

"Não tem oferta de combustível verde no mundo para isso. Trata-se de um grande mercado aberto. Existe um mercado e não tem oferta. Quem chegar tem um mercado totalmente disponível, o sonho de qualquer empresa", diz Tolmasquim sobre os mercados de combustíveis renováveis para os setores de aviação e navegação.

Sem oferecer maiores detalhes, ele disse ainda que a Petrobras tem memorandos de entendimento com empresa europeia de navegação para o fornecimento de metanol verde e um outro, com empresa asiática, para cooperação na produção de amônia verde.

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