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PANDEMIA

Servidores são orientados a procurarem bancos para renegociar empréstimos

Flexibilização com outros bancos já está sendo negociada
08/04/2020 12:15 - Bruna Aquino, Ricardo Campos Jr


O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul reforçou o recado aos servidores públicos estaduais para procurarem os bancos e renegociar empréstimos consignados afetados durante a quarentena da pandemia mundial do novo coronavírus. A orientação veio do secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov) Eduardo Riedel, durante apresentação do boletim epidemiológico  desta quarta-feira (8). 

Segundo Riedel, já existe a discussão do governo com outros bancos. “Procure o banco onde você tem empréstimo consignado para que possa fazer a renegociação, é uma discussão que o governo do Estado vem fazendo com os agentes financeiros de maneira geral”, disse.

A possibilidade de renegociação e renovação de empréstimos já acontece no Banco do Brasil para servidores ativos e inativos, entre aposentados e pensionistas e comissionados. Esses servidores podem renovar seus contratos de empréstimos com carência de até 180 dias sem cobrança de juros dentro desse período.

Em março de 2020 estavam ativos 31.404 contratos de empréstimos consignados entre servidores estaduais e o Banco do Brasil, com valor total de R$ 34,4 milhões, segundo dados da Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização (SAD). 

FLEXIBILIZAÇÃO
De acordo com a gerência do Banco do Brasil, a renovação do consignado pode ser feita pelo aplicativo, pelo site ou pelo telefone do ‘Fale Conosco’. As condições podem ser conferidas e a renovação pode ser com troco ou sem troco. 

As parcelas da renovação serão fixas e os juros só serão contados depois do prazo de seis meses. O funcionário público ainda tem a liberdade de renovar um ou todos os contratos que possui com a instituição financeira. Já a margem consignável varia de acordo com a situação de cada pessoa.

*Colaborou Adriel Mattos 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!