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Setor industrial registrou saldo positivo de 552 empregos em MS

Setor industrial registrou saldo positivo de 552 empregos em MS

Redação

03/03/2010 - 05h51
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Janeiro registrou saldo positivo de 552 empregos no setor industrial, nos segmentos da transformação, extrativa mineral, construção civil e serviços industriais de utilidade pública, e alcançou estoque total de 101,2 mil postos formais de trabalho em Mato Grosso do Sul. Os números são do levantamento do Radar Industrial da Fiems com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego. Na comparação com as demais Unidades da Federação, o Estado apresentou a 15ª maior expansão. O resultado mostra que 20% de todo emprego formal gerado em Mato Grosso do Sul está ancorado no segmento industrial, que soma 511,9 mil postos, ficando atrás apenas do setor de serviços, com 127,8 mil vagas ou 25% do total, e da administração pública, com 125,4 mil ou 24%. No entanto, quando comparado com o desempenho dos demais setores, o Índice de Evolução do Emprego Formal nas atividades industriais acumula o maior crescimento do Estado na comparação de 2005 com 2010. Crescimento Ainda em janeiro, o índice no setor da indústria foi de 48% sobre o estoque do anobase de 2005. Na mesma comparação, o setor de serviços apresenta índice de 28%, enquanto o comércio tem 20%. A agropecuária atingiu 11% e a administração pública teve alta de 8%. Na avaliação do Radar da Fiems, o índice verificado na indústria foi superior ao de serviços, comércio, agropecuária e administração pública em 16%, 23%, 33% e 37%, respectivamente. Os segmentos da indústria que mais geraram emprego no período avaliado – 2005 a 2010 – foram indústria da construção civil, indústria de transformação e indústria de extração mineral, respectivamente. Na comparação com janeiro do ano anterior, o setor de serviços apresentou a maior expansão, com crescimento de 4,1%, enquanto o comércio, a agropecuária e a indústria registraram aumento de 3,4%, 2,8% e 2,1%, respectivamente.

Economia

Pix fica fora do ar e usuários reclamam nas redes sociais

O serviço de pagamento instantâneo apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), afetando usuários em todo o país

19/01/2026 14h33

Crédito: Bruno Peres / Agência Brasil

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O sistema de pagamentos Pix ficou instável durante a tarde desta segunda-feira (19), o que levou usuários que possuem contas em diferentes instituições financeiras a reclamar nas redes sociais.

No X (antigo Twitter) diversos usuários reclamaram da instabilidade do sistema, relatando que não conseguiram realizar o pagamento instantâneo. 

A plataforma DownDetector, que monitora quedas de serviço em tempo real, das 13h30 (horário de Mato Grosso do Sul), registrou mais de 6 mil reclamações, o que indica que não é um problema em um banco, mas sim, que teve alcance nacional. 

Reprodução DownDetector

Reclamações

Após a queda do sistema usuários de diversas partes do país começaram a publicar no microblog, o problema com o Pix, que afetou pelo menos cinco instituições bancárias.

 

 

 

Queridinho dos brasileiros

No site do Banco Central, existe o serviço “Pix em Números”, que registra a quantidade de transações efetuadas com o sistema de pagamento instantâneo.

O recorde registrado desde o lançamento do serviço ocorreu no dia 5 de dezembro de 2025, quando foram realizadas 313.339.828 transações.

Bancos que estão com problemas no serviço

 

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • C6 Bank
  • Caixa Econômica Federal
  • Inter
  • Itaú
  • Nubank
  • Santander
     

Até o momento, o Banco Central não divulgou nota sobre o que está ocasionando a instabilidade.

Não conseguiu fazer o pix?

Enquanto o sistema não é restabelecido, especialistas recomendam cautela. Se você precisa realizar um pagamento urgente, aqui estão algumas alternativas, o Correio do Estado organizou uma lista de alternativas

 

 

Assine o Correio do Estado

 

Governo do Brasil

Mais de 181 mil famílias de MS recebem o Bolsa Família em janeiro

O cronograma de pagamento começa no dia 19 de janeiro e vai até o dia 30

19/01/2026 14h15

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026 Divulgação

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O Governo Federal paga, a partir desta segunda-feira (19) o benefício do Bolsa Família para 181.197 famílias de Mato Grosso do Sul. 

O cronograma de pagamentos segue o calendário nacional e começa no dia 19 de janeiro e segue até o dia 30, de acordo com final do Número de Identificação Social (NIS), conforme o calendário abaixo:

Bolsa Família inicia os pagamentos de 2026Fonte: Governo Federal

O investimento do governo no Estado para o benefício é de quase R$ 130 milhões, com um valor médio de R$ 717,17 pago nos 79 municípios de MS. 

Além disso, o programa também garante benefícios adicionais desde sua retomada em 2023, como o Benefício Primeira Infância em Mato Grosso do Sul, que atende 109,6 mil crianças de zero a seis anos. 

Com isso, cada integrante de famílias nessa faixa etária recebem um adicional de R$ 150, o que significa um investimento de R$ 15,5 milhões a mais no Estado. 

Para crianças e adolescentes de sete a 18 anos, o Bolsa Família assegura um valor adicional de R$ 50, repassados a 161,3 mil indivíduos dessa idade, além de 7 mil gestantes e 4,4 mil mulheres que amamentam no Estado. Para estes pagamentos, o repasse ao Estado supera os R$ 8 milhões. 

Entre os municípios, a capital Campo Grande é onde estão a maior parte dos beneficiários do Estado no mês de janeiro, com 46 mil famílias atendidas. Na sequência, estão as cidades de Dourados (12.531), Corumbá (9.024), Ponta Porã (8.548) e Três Lagoas (7.031). 

O valor médio do benefício pago no Estado supera o valor médio nacional e da região Centro-Oeste. Paranhos é o município sul-mato-grossense com maior valor médio do repasse, de R$ 809,91 neste mês. Em seguida, aparecem Ladário (R$ 769,37), Dourados (R$ 762,85), Japorã (R$ 752,40) e Jardim (R$ 750,02). 

Ao todo, durante todo o ano, 216.417 famílias de Mato Grosso do Sul devem ser contempladas pelo Bolsa Família. 

Nacional

Na região Centro-Oeste, 990,7 mil famílias são atendidas pelo Bolsa Família, tendo um repasse do Governo Federal de R$ 703 milhões. É a região brasileira com menor número de atendidos. O valor médio pago é de R$ 709,65. 

A região Nordeste tem o maior número de contemplados em janeiro, com 8,75 milhões de beneficiários e um investimento de R$ 6 bilhões. Em seguida, aparece a região Sudeste, com 5,29 milhões de famílias e R$ 3,72 bilhões em repasses. Na sequência, a região Norte (2,44 milhões de famílias e R$ 1,77 bilhão) e Sul (1,29 milhão de beneficiários e repasse de R$ 898 milhões). 

Sobre os valores, Roraima é o estado com o maior valor médio de repasse aos contemplados em janeiro, de R$ 756,40, seguido pelo Amazonas (R$ 741,03), Amapá (R$ 737,14), Acre (R$ 732,98), Distrito Federal (R$ 727,81) e Pará (R$ 719,05). 

No total, em todo o Brasil, são mais de 18,7 milhões de famílias atendidas, com um repasse total de R$ 13,1 bilhões pelo Governo do Brasil. 

Em janeiro, o Programa alcança 247,7 mil famílias com pessoas indígenas, 289,3 mil com quilombolas, 397,2 mil com catadores de material reciclável, 253,8 mil com pessoas em situação de rua, 56,5 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 56 mil com crianças em situação de trabalho infantil, que fazem parte de um grupo prioritário e específico do programa. 


 

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