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ESTABILIZADA

Taxa de desemprego fecha com índice menor do que no ano anterior

MS saiu da 6ª posição para a 3ª, de 2017 para 2018
06/11/2019 14:21 - FÁBIO ORUÊ


 

Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgado hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que Mato Grosso do Sul fechou 2018 como o terceiro estado com menor taxa de desemprego do Brasil, com 8% da população. De 2014 até 2017 a taxa de desocupação apresentou crescimento, saindo de 4,1% até 9,5%. Porém, o cenário mudou em 2018 fechando em 8%, abaixo da média nacional, que é de 12,5%. Em 2017, o Estado era o 6º menor, mas subiu três posições. 

Na comparação por sexo, a taxa foi maior entre as mulheres - 9,5% - do que a dos homens - 6,7%. Já por cor ou raça, a taxa de desocupação entre pessoas pretas ou pardas foi de 8,9%, enquanto que das pessoas brancas foi de 6,6%. O grupo etário mais afetado pelo desemprego é o das pessoas entre 14 e 29 anos de idade. Para esse grupo, a taxa, que era de 6,3% em 2014, aumentou ano após ano, até alcançar 17,6% em 2017, mantendo-se em 14,8% em 2018. 

Além disso, cerca de 111 mil jovens de 15 a 29 anos não estão ocupados no mercado de trabalho e nem estudando ou se qualificando, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. Esse grupo representa 18% da população de Mato Grosso do Sul nessa faixa etária.

O Estado apresentou em 2018 a 4ª menor taxa de pessoas de 15 a 29 anos de idade que não trabalhavam e não estudavam. Assim, houve uma redução em relação à 2017, cujo porcentual era de 18,9%. Com relação aos jovens que só estavam trabalhando e não estavam estudando, MS tem o 3º maior porcentual do país, com 39,9%. Os que só estudavam somaram 25,9% e aqueles que estudavam e trabalhavam representam 16,2%. 

Confira tabela divulgada pela Síntese de Indicadores Sociais:

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.