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PNAD CONTÍNUA

Taxa de desemprego fica em 11% no 4º trimestre, revela IBGE

No quarto trimestre do ano passado, a taxa de desocupação era de 11,6%
14/02/2020 14:50 - Estadão Conteúdo


A taxa de desocupação teve um recuo estatisticamente significativo em apenas nove das 27 Unidades da Federação na passagem do terceiro trimestre de 2019 para o quarto trimestre do ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desocupação no total do País no quarto trimestre de 2019 foi de 11,0%, ante 11,8% no terceiro trimestre. No quarto trimestre do ano passado, a taxa de desocupação era de 11,6%.

No quarto trimestre, as maiores taxas foram observadas na Bahia (16,4%), Amapá (15,6%), Roraima (14,8%) e Sergipe (14,8%). Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,4%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

O Brasil tinha no 4º trimestre do ano passado 2,910 milhões de pessoas em busca de emprego há dois anos ou mais, segundo os dados da Pnad Contínua. No trimestre anterior, esse contingente era de 3,150 milhões de desempregados em busca de uma vaga há tanto tempo. Em relação ao quarto trimestre de 2018, diminuiu em 6,5% o contingente de desempregados há pelo menos dois anos.

No quarto trimestre de 2019, outros 1,650 milhão de trabalhadores procuravam emprego há mais de um ano, mas menos de dois anos. O grosso dos desempregados no quarto trimestre, 5,210 milhões, estava em busca de uma vaga havia pelo menos um mês, mas menos de um ano. Na faixa dos que tentavam encontrar um trabalho havia menos de um mês estavam 1,861 milhão de pessoas.

Felpuda


Mesmo sabendo que não é fácil conquistar a vitória, alguns políticos em pleno exercício do mandato disputam eleições, querendo trocar o Legislativo pelo Executivo e se dizendo preocupados com as necessidades do município. 

A jogada é antiga: fazem campanha eleitoral antecipada, pois vão tentar a reeleição, e começam a “trabalhar” o nome desde já. É bom lembrar o dito popular: “De boas intenções o inferno está cheio”. Ah, o poder!