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CAMPO GRANDE

Variação no preço dos combustíveis chega a 5,8% na Capital

Equipe do Correio do Estado fez pesquisa em 20 revendas
15/04/2019 17:41 - ALINE OLIVEIRA


 

Na semana passada (12), o governo federal impediu o aumento de preços do óleo diesel em todo país, anunciado pela Petrobras.

De acordo com pesquisa realizada nesta segunda-feira (15), pelo Correio do Estado em 20 revendas da Capital, o preço médio do combustível ficou em R$ 3,529, o que representa queda de 0,37% em relação à média praticada até a semana passada.

Considerando o último levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), até semana passada, o litro do diesel custava em média, R$ 3,54. 

A pesquisa realizada pela reportagem também constatou variação de 5,88% nos preços praticados na Capital para o diesel comum. O litro do combustível foi encontrado com o preço máximo de R$ 3,599 e o mínimo de R$ 3,399 nesta segunda-feira.

OUTROS COMBUSTÍVEIS

Enquanto o diesel registrou ligeira queda em menos de uma semana, a gasolina ficou 0,50% mais cara nos postos campo-grandenses e saiu de R$ 4,037, segundo levantamento da ANP, para R$ 4,057, média pesquisada pela reportagem. Ontem, o preço do combustível apresentava variação de 7,68%, com preço máximo de R$ 4,199 e mínimo em R$ 3,899. 

No caso do etanol, a alta ficou em 1,82% e o litro do biocombustível passou de R$ 3,300 (ANP) para R$ 3,360. O preço do etanol está variando 12,5% na Capital e os preços mínimo e máximo ficaram em, respectivamente, R$ 3,599 e R$ 3,199.

OSCILAÇÕES

No comparativo das últimas quatro semanas, segundo a ANP, o preço médio do diesel teve aumento de 0,37% em Campo Grande, passando de R$ 3,529, entre 17 e 23 de março, para R$ 3,542 (preço apurado até o dia 12 deste mês).

No mesmo período, a média encontrada para a gasolina teve alta de 3,09% e o preço do combustível foi de R$ 3,916 para R$ 4,037. Quanto ao etanol, o preço médio saiu de R$ 3,297 para R$ 3,300 (variação de 0,09%).

*Com colaboração de Daniella Arruda

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!