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ECONOMIA

Venda de veículos recua 23,9% em agosto, na comparação anual

Venda de veículos recua 23,9% em agosto, na comparação anual
03/09/2015 04:00 - G1


Um dos principais setores da indústria, o segmento automotivo, sofre com a queda nas vendas. Num cenário de crise, o consumidor pisa no freio, evita gastos e adia a decisão de trocar de carro, por exemplo. Nas concessionárias, são oferecidos descontos e os vendedores ganham até bônus adicionais para atingir as metas.

Segundo números da Fenabrave, em agosto a venda de veículos caiu 8,9%, em relação a julho. Na comparação com agosto do ano passado, a retração foi ainda maior, de 23,9%.

Entre janeiro e agosto desse ano, foram comercializados 1,75 milhão de veículos, entre automóveis, veículos comerciais leves, ônibus e caminhões. O número é 21,3% menor que os pouco mais de 2,23 milhões de unidades vendidas no mesmo período do ano passado.

Para o presidente da Fenabrave, vários fatores explicam o desempenho negativo. “Em primeiro lugar, uma economia estagnada, PIB negativo e alta desconfiança de maneira geral do consumidor, mas acreditamos que tenhamos chegado no piso e que a tendência desses últimos quatro meses é manter essa atividade no patamar que está”, diz Alarico Assumpção Junior.

Diante da crise no setor, as concessionárias precisam usar a criatividade para tentar aumentar as vendas. Em uma loja, o gerente apostou em três ideias: ele dá desconto de até 11% na venda de veículos novos, incentiva a troca do carro usado pelo novo e oferece bônus para o funcionário que bater a meta do mês.

E os resultados têm surpreendido: “Enquanto houve uma queda entre 18% e 20% nas vendas comparado ao mesmo período do ano passado, a gente conseguiu um crescimento de 8%. A nossa conta é mensal. Nós vendemos aqui, em média, 250 automóveis novos e outros 250 seminovos”, conta Orlando Chopdin Neto, gerente da Sorana.

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!