Economia

dia dos namorados

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Vendas do comércio crescem 8,6%

Vendas do comércio crescem 8,6%

agora ms

14/06/2011 - 08h34
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As vendas do comércio para o Dia dos Namorados cresceram 8,6% na semana da data (06 a 12 de junho), na relação com igual período do ano anterior, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Dia dos Namorados 2011. O resultado foi menor que o registrado em 2010, quando houve um crescimento nas vendas de 10,9%.

As compras de última hora também cresceram. De 10 a 12 de junho, a elevação foi de 4,9%, na comparação com o final de semana correspondente de 2010 (11 a 13 de junho). No ano anterior, as vendas de última hora tiveram uma elevação mais tímida, de 2,9%.

São Paulo segue ritmo nacional
Na cidade de São Paulo, as vendas para o Dia dos Namorados cresceram 6% na semana da data. No fim de semana, por sua vez, a elevação foi de 4,8%. Já no ano anterior, as elevações em São Paulo foram de 6,5% na semana, e de 12,7% no fim de semana da data.

Para os economistas da Serasa Experian, o fato do Dia dos Namorados 2011 ter caído no domingo estimulou as atividades locais nas cidades de todo o país, o que normalmente favorece os setores de entretenimento e shopping centers. O frio, nas Regiões Sul e Sudeste, acelerou as vendas de confecções, como já era previsto.

Mesmo com as vendas crescendo menos neste Dia dos Namorados que em igual data de 2010, esta base de comparação é elevada, o que dá uma maior dimensão para os resultados de 2011.

Com o bom Dia dos Namorados 2011, o varejo encerra o 1º semestre do ano com grandes resultados, ante um quadro de desaceleração econômica.

Metodologia
O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio tem como base uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Serasa Experian. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 06 a 12 de junho de 2011 e comparadas às consultas realizadas no período de 06 a 12 de junho de 2010; e as do período de 10 a 12 de junho de 2011, e comparadas às do período de 11 a 13 de junho de 2010.

Economia

Haddad exalta agro, mas cobra mais investimentos para PIB seguir crescendo

Ministro cobrou mais investimentos para 2024. Segundo ele, o governo trabalha para melhorar o ambiente de negócios.

01/03/2024 19h00

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad

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O ministro Fernando Haddad exaltou o papel do agro no resultado do PIB de 2023. Haddad diz que a produção agrícola foi um dos fatores que fizeram a economia rodar em 2023. O PIB cresceu 2,9% no período, segundo dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira (1º).

Ministro cobrou mais investimentos para 2024. "É a forma mais saudável de crescer porque você não cria risco inflacionário. Aumenta a demanda de um lado, mas a oferta também".

Segundo ele, o governo trabalha para melhorar o ambiente de negócios.

A expectativa do governo para 2024 é um crescimento de 2,2%. Haddad avaliou que o afrouxamento da política monetária deve ajudar a economia, e que há espaço para mais cortes de juros e para mais crescimento.

Precisamos de investimento para fazer a economia rodar. Ano passado não foi investimento, foi produção agrícola, consumo das famílias, consumo do governo, exportações. Isso que puxou [o PIB]. Investimento foi a variável que menos acompanhou essa evolução.

Ministro Fernando Haddad

A economia brasileira se manteve estável e encerrou o ano com crescimento de 2,9%, totalizando R$ 10,9 trilhões. Relatório do FMI de setembro passado estimava que a economia brasileira cresceria 2,1% no ano.
Agro bateu recorde e puxou resultado para cima.

O setor subiu 15,1% entre 2022 e 2023, devido principalmente às lavouras de soja e milho.
 

Balanço

Planejamento: Resultado do PIB corroborou melhoria gradativa de expectativas ao longo do ano

O PIB per capita somou R$ 50 193,72, em valores correntes, um avanço em termos reais de 2,2% em relação a 2022

01/03/2024 17h00

O boletim também observa que o investimento registrou queda de 3,0%, a mais elevada desde o ano de 2016. Agência Brasil

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O resultado do PIB em 2023, que registrou avanço de 2,9%, corroborou a melhoria gradativa das expectativas ao longo do ano, de acordo com o boletim Indicadores Econômicos divulgado nesta sexta-feira, 1º, pelo Ministério do Planejamento.

"O crescimento do setor agropecuário foi o destaque no lado da oferta, assim como a continuidade do setor de serviços. Na ótica da demanda, deve-se destacar a elevação do consumo das famílias e do governo", disse a Pasta.

A nota destaca que o desempenho de 2023 é o terceiro ano de crescimento consecutivo após a pandemia da covid-19. " Em 2024, se não houver elevação da atividade em nenhum dos trimestres, o PIB brasileiro, ainda assim, irá crescer aproximadamente 0,2% (o chamado carrego estatístico)", diz o boletim.

A Pasta mencionou a alta de 15,1% da agropecuária, diante do crescimento da produção em várias culturas e ganhos de produtividade no setor, com avanço em várias culturas e ganhos de produtividade.

"Na ótica da demanda, chama a atenção a elevação do Consumo das Famílias (3,1%) - diante da elevação na massa salarial real, arrefecimento da inflação e programas governamentais de transferência de renda, do Consumo do Governo (1,7%) e das Exportações (9,1%)", descreve.

O boletim também observa que o investimento registrou queda de 3,0%, a mais elevada desde o ano de 2016. A taxa de investimento, em relação ao PIB, foi de 16,5% ante 17,8% em 2022 Já a taxa de poupança, que financia o investimento, foi de 15,4% em 2023 ante 15,8% em 2022.

O PIB per capita somou R$ 50 193,72, em valores correntes, um avanço em termos reais de 2,2% em relação a 2022.

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