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ESPORTE

Brasileira Ana Sátila fatura ouro inédito na Copa do Mundo de Canoagem

Ela fez o melhor tempo na canoa individual, um dia após bronze de Pepê
18/10/2020 14:32 - Agência Brasil


O Brasil voltou a subir ao pódio neste domingo (18) na Copa do Mundo de Canoagem, em Tacen (Eslovênia), e desta vez no degrau mais alto. 

A mineira Ana Sátila venceu com sobra a prova da categoria C1 (canoa individual) e conquistou o ouro. Sátila foi veloz: com a marca de 93 segundos e 64 centésimos, abriu vantagem de 1seg73 em relação à segunda colocada, a francesa Lucie Prioux, que levou a prata. 

O bronze ficou com a norte-americana Evy Leibfarth. Ontem (17), o paulista Pedro Gonçalves, mais conhecido como Pepê, já havia conquistado o bronze no K1 (caiaque individual).

“Estou muito contente com o resultado, sair daqui com uma medalha de ouro é muito importante pra mim, no sábado eu tinha competido pelo K1 e perdi a última baliza, superei o erro e coloquei forças para buscar esse ouro, as medalhas do Pepe também me inspiraram para conquistar essa hoje”, disse a atleta em depoimento ao site da Confederação Brasileira de Canoagem.

Esta é a primeira competição da equipe brasileira, após paralisação das disputas internacionais, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Com o ouro deste domingo (18), Sátila passou a colecionar cinco medalhas em Copas do Mundo: a atleta já tinha duas pratas no K1 e dois bronzes no C1. 

A atleta também competiu ontem (17) no K1: foi a mais rápida da prova, mas foi penalizada ao não passar pela penúltima baliza - teve um acréscimo de 50 seg -  e terminou a prova em nono lugar.  

Outros dois brasileiros competiram em Tacen, neste domingo (18). Felipe Borges terminou em 12º lugar no C1 (canoa individual)  e Mathieu Desnos ficou em 17º lugar na prova do K1 (caiaque individual).

 
 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.