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VÔLEI

Bicampeão olímpico, Serginho se aposenta do vôlei aos 44 anos

Líbero tem no currículo quatro medalhas olímpicas, sendo duas de ouro
16/05/2020 16:07 - Estadão Conteúdo


Um dos maiores nomes da história do vôlei decidiu abandonar as quadras. O libero Serginho, de 44 anos, confirmou a sua aposentadoria, deixando o esporte tendo no currículo quatro medalhas olímpicas, sendo duas de ouro, conquistadas em 2004 e 2016.

"Hoje poder parar, para mim é a melhor coisa do mundo. Poder encerrar a carreira e dizer que tudo valeu a pena. Cada manchete, cada peixinho, cada viagem, cada título ganho, cada título perdido. Meu choro hoje é de felicidade. As pessoas que quiserem lembrar de mim, joguem voleibol. Só isso", afirmou, em entrevista à Rede Globo.

Além dos ouros, Serginho ainda faturou duas pratas olímpicas pela seleção brasileira, em 2008 e 2012. E também foi campeão mundial em 2002 e 2006, em uma trajetória de duas décadas pela equipe nacional. Ainda venceu duas vezes a Copa do Mundo, seis edições da Liga Mundial e um Pan.

Um dos jogadores de confiança do técnico Bernardinho, Serginho deixou de atuar pela seleção após a Olimpíada do Rio. E embora seja paranaense, nascido em Diamante do Norte, ficou conhecido mesmo por ter exibido o seu orgulho de ter crescido em Pirituba, na periferia do São Paulo, tanto que o bairro está no nome da sua biografia: "Degrau por degrau - a trajetória de Serginho, de Pirituba ao Olimpo", escrita por Daniel Bortoletto.

Na última temporada, vinha defendendo o Vôlei Ribeirão (SP). Seu último jogo foi em 7 de março, a vitória por 3 sets a 2 sobre o Minas, em Belo Horizonte, pela Superliga Masculina, que foi encerrada precocemente e sem um campeão por causa do surto de coronavírus.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?