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COMENTARISTA

Casagrande apoia Raí, critica Caio Ribeiro e diz ser contra o retorno do futebol

Ex-ídolos do futebol divergem sobre retorno de campeonatos
02/05/2020 05:00 - Estadão Conteúdo


Walter Casagrande Jr., comentarista da Globo e ex-jogador do Corinthians, se posicionou ao lado de Raí e contra o colega de emissora Caio Ribeiro, no debate sobre a volta do futebol após a pandemia do coronavírus e as ações do presidente Jair Bolsonaro em frente à crise de saúde.

Na última quinta-feira, Raí afirmou que o São Paulo é contra a volta do futebol neste momento, enquanto o número de casos e mortos pela covid-19 cresce, e fez muitas críticas ao presidente Jair Bolsonaro, sugerindo que o mandatário deve renunciar. Pouco depois, ao participar do programa Globo Esporte, Caio Ribeiro opinou que o dirigente e ídolo do São Paulo deveria falar apenas de futebol. Nesta sexta, Casagrande apoiou Raí e considerou que Caio foi 'antidemocrático'.

"Eu penso exatamente como o Raí. Sou contra a volta do futebol, neste momento. Todos os dias, as mortes aumentam no País. É um absurdo pensar nisso. Já falei diversas vezes sobre esse assunto Numa democracia, todas as pessoas podem e devem expressar suas opiniões, sobre qualquer assunto, independentemente da sua profissão. Ninguém pode querer censurar a fala do outro e determinar qual o assunto que se pode falar. Isso, no meu entender, é antidemocrático", escreveu Casagrande em suas redes sociais.

"Enfim, o Raí representou com orgulho o seu irmão, Sócrates (Magrão) e não tenho dúvidas de que ele falaria as mesmas coisas Cobra-se muito, das pessoas do futebol, a falta de participação e de opinião. O Raí é um dos poucos que se posicionaram. Parabéns Raí! Você seria um grande companheiro na Democracia Corinthiana. Antes de qualquer polêmica, deveríamos nos unir e ser mais solidários, nesse momento tão crítico pelo qual passa a humanidade", completou o ídolo do Corinthians.

A controvérsia segue, enquanto o futebol continua parado. Embora algumas federações estaduais queiram permitir ao menos a volta aos treinos, ainda é necessária a permissão dos governos estaduais para tal.

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!