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AUTOMOBILISMO

Com mais cancelamentos à vista, F-1 deve adicionar corridas na Europa

A programação atual tem oito provas, todas na Europa
12/06/2020 03:00 - Estadão Conteúdo


A Fórmula 1 deve incluir mais corridas europeias no calendário deste ano, já que grandes prêmios na Ásia e nas Américas provavelmente serão cancelados devido à pandemia de covid-19.

A programação atual tem oito provas, todas na Europa, mas a categoria espera ter uma temporada com 15 a 18 disputas. Austrália, Mônaco, Holanda e França já foram canceladas e fontes indicam que as corridas no Azerbaijão, Cingapura e Japão seriam as próximas na lista. Os GPs do Brasil, México e Texas também estão incertos.

"Temos muitas opções diferentes e estamos muito confiantes que teremos uma ótima segunda metade da temporada. Há uma contingência para se prolongar a temporada europeia com mais uma ou duas corridas, se necessário", disse Ross Brawn, diretor-gerente de automobilismo, ao site www.formula1.com.

"Acredito que Bahrein e Abu Dabi vão fechar a temporada, pelo que podemos ver no momento. Isso nos dá dez corridas. Vamos encontrar pelo menos cinco ou seis boas corridas no meio", completou Brawn.

A temporada da F-1, paralisada antes da prova de abertura na Austrália em 15 de março, deve começar sem torcedores na Áustria, em 5 de julho. Também haverá duas corridas no circuito britânico de Silverstone em agosto, com outras provas na Hungria, Espanha, Bélgica e Itália.

Cingapura e Baku são circuitos de rua com um longo tempo de espera, o que significa que uma decisão será tomada logo, enquanto Japão parece improvável, após o cancelamento da prova de MotoGP. A temporada deve terminar em Abu Dabi em dezembro, depois do Bahrein, que pode receber duas corridas.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.