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Corinthians e Santos terão desfalques para o clássico de domingo

Corinthians e Santos terão desfalques para o clássico de domingo

Redação

26/02/2010 - 06h50
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O clássico Corinthians x Santos, marcado para o próximo domingo às 17h na Vila Belmiro pelo Campeonato Paulista começou a ser esvaziado ontem após as rodadas do meio da semana pelas copas do Brasil e Libertadores da América. O Peixe estará desfalcado de sua principal estrela para esta temporada, o atacante Robinho, e o Timão, poderá dar um descanso ao lateral direito Alessandro e ao atacante Jorge Henrique. Logo após a vitória por 1 a 0 sobre o Naviraiense na noite de quarta-feira, em Campo Grande, o Rei das Pedaladas revelou: “Apresento-me à seleção brasileira no sábado”, garantiu o atacante, visando o amistoso do próximo dia 2 de março contra a Irlanda, em Londres, na Inglaterra. O treinador do Santos, Dorival Júnior, entretanto, não se conforma com determinação da Confederação Brasileira de Futebol. “Faço um apelo para que exista bom senso por parte da seleção, pois não haverá uma interferência direta se ele não embarcar no sábado”, alfinetou. Quem gostou da notícia foi o atacante Ronaldo, do Corinthians, que falou por telefone ontem à tarde com o camisa 7 santista. O corintiano Elias deu os detalhes da conversa: “o Ronaldo já conversou com ele [Robinho], e avisou que é melhor ele ir para a seleção”, ironizou. Corinthians A difícil vitória corintiana por 2 a 1 sobre o Racing do Uruguai na noite de quarta pela Libertadores poderá resultar em pelo menos dois desfalques para o clássico. Alessandro e Jorge Henrique são os favoritos do treinador do Timão, Mano Menezes, para ganhar um descanso no final de semana. “Precisamos levar em conta que foi cansativo transpor a defesa do Rancing”, admitiu Mano. Mesmo com as baixas, o clássico deverá ter nomes consagrados como Ronaldo e Roberto Carlos, do Corinthians; e os badalados Neymar e Paulo Henrique Ganso, do Santos.

Esportes

Macron anuncia que Jogos Olímpicos seguirão o plano A com desfile no rio Sena

Em entrevista à TV, presidente francês diz que 'todas as verificações de segurança foram feitas'

23/07/2024 23h00

Os Jogos serão abertos nesta sexta-feira (26), sob um esquema de segurança sem precedentes, com um desfile náutico das delegações em um percurso de seis quilômetros ao longo do rio Sena

Os Jogos serão abertos nesta sexta-feira (26), sob um esquema de segurança sem precedentes, com um desfile náutico das delegações em um percurso de seis quilômetros ao longo do rio Sena Divulgação

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O presidente da França, Emmanuel Macron, confirmou, nesta terça-feira (23), que a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos será realizada conforme o chamado plano A.

Os Jogos serão abertos nesta sexta-feira (26), sob um esquema de segurança sem precedentes, com um desfile náutico das delegações em um percurso de seis quilômetros ao longo do rio Sena --a primeira abertura realizada fora de um estádio.

"É exatamente o roteiro que foi decidido no começo, que, agora, podemos assumir. Todas as verificações de segurança foram feitas", afirmou Macron em entrevista ao canal de televisão France 2.

Nos últimos meses, devido ao receio de um atentado terrorista, cogitou-se reduzir a dimensão da cerimônia.

O presidente disse lamentar os transtornos causados aos parisienses pelo aparato policial, que exigiu fechar ao trânsito grande parte da capital francesa desde o último dia 18. "Agradeço a todos os compatriotas impactados no cotidiano. Mas são essas restrições que nos permitem garantir a segurança."

Macron afirmou que a delegação francesa precisa ficar pelo menos no top 5 do quadro de medalhas. Questionado sobre a pessoa que acenderá a pira olímpica, última a carregar a tocha na cerimônia, negou-se a revelar o nome.

Admitiu, no entanto, que a ex-corredora Marie-José Pérec, 56, ganhadora de três medalhas de ouro olímpicas, seria um excelente nome. "Não seria ruim que a última portadora da tocha seja do Caribe." Pérec nasceu em Guadalupe, departamento ultramarino francês.

Sobre política, o presidente francês disse que não pretende nomear um novo primeiro-ministro antes do final dos Jogos, em 11 de agosto. A França está sendo governada por um gabinete demissionário, comandado por Gabriel Attal, desde as eleições de um novo Parlamento, no último dia 7. Nenhum grupo político obteve a maioria absoluta das cadeiras da Assembleia Nacional.

Macron recusou, nesta terça, nomear como primeira-ministra a economista Lucie Castets, indicada pela Nova Frente Popular (NFP), coalizão de esquerda que detém o maior bloco da Assembleia.

 

*Informações da Folhapress 

PARIS 2024

Saiba quais são os maiores medalhistas do Brasil nas Olimpíadas

Judô, vela e atletismo são as modalidades esportivas onde o Brasil tem mais medalhas na história dos Jogos Olímpicos

23/07/2024 18h16

Velejador Robert Scheidt é o maior medalhista brasileiro das Olimpíadas

Velejador Robert Scheidt é o maior medalhista brasileiro das Olimpíadas Foto: Divulgação / extraído da internet

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Os Jogos Olímpicos de Paris, que começam nesta quarta-feira (24), marcam  a 30ª edição das Olímpiadas. Os primeiros Jogos Olímpicos foram realizados em 1896 em Atenas, na Grécia, com atletasa de 14 países.

O Brasil, no entanto, participou de 20 edições olímpicas, sendo a estreia na Antuérpia, em 1920. Desde então, o país conquistou, no total, 150 medalhas, sendo 37 de ouro, 42 de prata e 71 de bronze.

Dentre os atletas brasileiros, o maior conquistador de medalhas é o velejador Robert Scheidt, que soma duas medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze. Ele foi campeão olímpico nas Olimpíadas de Atlanta 1996 e Atenas 2004, na classe Laser. 

A prata foi conquistada em Sidney 2000, também na classe Laser, e Pequim 2008, na classe Star, enquanto a medalha de bronze veio nos jogos de Londres 2012, na classe Star.

Pelo primeiro lugar no ranking geral de medalhistas, Robert Scheidt é considerado o melhor atleta brasileiro em Olimpíadas de todos os tempos. É também atleta brasileiro que competiu em mais edições dos jogos, em sete, sendo a última em Tóquio 2020, onde terminou em 8º lugar na classe Laser da Vela.

O segundo maior medalhista também é da vela. O iatista Torben Grael detém o bicampeonato olímpico na classe Star, com conquistas em Atlanta 1996 e Atenas 2004. Além disso, ele tem uma prata e dois bronzes.

Outros atletas brasileiros já foram campeões olímpicos, enquanto outros somam mais medalhas em outras colocações. A lista leva em conta o número total de medalhas.

Saiba quais são os maiores medalhistas do Brasil nas Olimpíadas

 

Esportes com mais medalhas

As modalidades esportivas disputadas por brasileiros com mais medalhas olímpicas são:

  • Judô: 24 medalhas (ouro: 4 | prata: 3 | bronze: 17)
  • Vela: 19 medalhas (ouro: 8 | prata: 3 | bronze: 8)
  • Atletismo: 19 medalhas (ouro: 5 | prata: 3 | bronze: 11)
  • Natação: 14 medalhas (ouro: 1 | prata: 4 | bronze: 10)
  • Vôlei de praia: 13 medalhas (ouro: 3 | prata: 7 | bronze: 3)

Para Paris 2024 a expectativa é que outras modalidades ganhem destaque e medalhas, com o crescimento da ginástica artística, boxe, canoagem, skate e surfe, nos quais o Brasil vem se destacando.

Além destas, os esportes do ranking também são expectativas de pódio, especialmente a dupla Kahena Kunze e Martine Grael, da 49erFX, classe da vela, bicampeãs olímpicas, que podem conquistar o tri na França, fato nunca alcançado pelo Brasil.

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