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VÔLEI

Dois brasileiros estão no top 5 de estrangeiros da Champions masculina

Líbero Serginho e levantador Bruninho representam Brasil
02/06/2020 01:00 - Agência Brasil


O levantador Bruninho e o líbero Serginho estão entre os cinco melhores estrangeiros que atuaram na Champions League masculina de vôlei, divulgou a Confederação Europeia de Vôlei.

Atual jogador do Taubaté, Bruninho, que ficou na quinta posição, participou do torneio por dois times da Itália, Modena e Civitanova. Ele foi campeão com o segundo, em 2019. Já o líbero, recém-aposentado e que ficou em terceiro na relação, disputou cinco temporadas no Velho Continente, todas defendendo o Piacenza, também da Itália. O brasileiro foi vice-campeão europeu na temporada 2007/2008.

Contatado pela Agência Brasil, Serginho expressou sua alegria com a escolha: “Fico honrado com essa homenagem. Ainda mais depois do anúncio da minha aposentadoria, ser lembrado assim, entre os melhores do mundo, melhores da Champions, que reúne grandes atletas do voleibol mundial, é uma alegria muito grande. Ver outros brasileiros ao meu lado nesta lista também é uma satisfação. O Bruno, a cada dia confirma que é um dos melhores jogadores do mundo na atualidade, por isso faz parte desta lista também”.

O levantador também falou à Agência Brasil, destacando a qualidade do colega brasileiro: “Muito feliz e honrado por estar entre esses grandes do esporte! Mas o Serginho deveria estar no número 1! Mito. Melhor de todos”.

Completaram a lista três jogadores norte-americanos, o oposto Clayton Stanley (quarto colocado), o levantador Lloy Ball (segundo) e o ponta/oposto Matt Anderson (primeiro). A eleição dos melhores foi feita através dos votos de três técnicos: Roberto Piazza, Stelian Moculescu e Mark Lebedew.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!