VÔLEI DE PRAIA

Dupla de MS vence etapa do Circuito Brasileiro Sub-19 de vôlei de praia

Cadu e Tonny venceram paraibanos por 2 sets a 1
10/02/2020 18:34 - Da Redação


 

Os sul-mato-grossenses Carlos Eduardo Vidal (Cadu) e Anthony Cáceres (Tonny) venceram no domingo (9) a primeira etapa do Circuito Brasileiro Sub-19 de vôlei de praia. As disputas da primeira parada da competição de base, organizada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), ocorreram na Praia da Pajuçara, em Maceió (AL).

O ouro da dupla, representando a Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul (FVMS), veio com triunfo em duelo equilibrado diante dos paraibanos Isac e Pablo. No fim, por 2 sets a 1 (31x29, 19x21, 15x13) em 58 minutos de partida.

A campanha da dupla de Mato Grosso do Sul rumo ao título contou com quatro vitórias em cinco partidas, superando uma derrota no confronto inicial válido pela fase de grupos. O revés foi para Lohan/Vilsomar, do Paraná, por 2 sets a 1 (30x28, 15x21, 14x16). No segundo compromisso, ainda pela primeira fase, Cadu e Tonny superaram a parceria Luquinha/Henrique, da Paraíba, por 2 sets a 0 (21x15, 21x16).

Nas quartas de final, Cadu e Tonny reencontraram os paranaenses Lohan/Vilsomar e aplicou a revanche: vitória por 2 sets a 1 (21x15, 16x21, 18x20). Para chegar à finalíssima, tiveram de passar pelos pernambucanos Denilson e Jefferson, pelo placar de 2 sets a 0 (21x14, 21x19).

A primeira colocação rendeu 200 pontos para Mato Grosso do Sul no ranking geral do Circuito Brasileiro Sub-19, enquanto a Paraíba soma 180 pontos pela prata e São Paulo, com o terceiro lugar, leva 160 pontos. Conforme a CBV, cada posição abaixo rende 20 pontos a menos. A parada em Maceió (AL) é a primeira de três programadas parta esta temporada. As demais serão realizadas em julho e setembro. As sedes ainda serão divulgadas.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".