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GRAN PRIX

EUA confirmam tri e Brasil conquista a prata

EUA confirmam tri e Brasil conquista a prata

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O Brasil ficou realmente com a medalha de prata na edição 2012 do Grand Prix feminino de vôlei. Os Estados Unidos confirmaram o terceiro título seguido da competição ao vencerem a China na manhã deste domingo. A campanha invicta americana se concluiu com uma vitória por 3 sets a 0 sobre as donas da casa em Ningbo, com parciais de 26/24, 25/21 e 27/25.

A Seleção Brasileira, que bateu a Turquia por 3 sets a 1 na madrugada deste domingo, ainda poderia conquistar o Grand Prix caso os EUA perdessem para a China. Isso, porém, ficou longe de acontecer, ainda que a equipe asiática tenha dado bastante trabalho nos dois primeiros sets - no terceiro, pareceu próxima da vitória ao abrir vantagens de 5/1 e 16/12, mas cedeu a virada.

Ao final, as americanas confirmaram a vitória que encerrou com brilhantismo a campanha na competição. A equipe foi líder tanto da primeira fase, com nove vitórias em nove jogos, tanto da fase final, realizada toda em Ningbo, com cinco vitórias em cinco jogos.

Na fase final, o Brasil só perdeu justamente para os EUA (por 3 sets a 2 em 27 de junho). Aquela resultado seria decisivo na tabela de classificação, conclusa com os EUA no topo com 14 pontos, um a mais que as comandadas de Josó Roberto Guimarães. A terceira posição foi da Turquia, com nove.

Dessa forma, as americanas ampliaram o domínio no Grand Prix. Antes de 2012, já haviam faturado a taça em 1995, 2001, 2010 e 2011. Com cinco títulos no torneio anual criado em 1993, os EUA só têm menos conquistas que o Brasil, octacampeão.

O time verde e amarelo, atual campeão olímpico, não triunfa desde 2009, quando a fase final foi disputada em Tóquio, no Japão. Nas duas últimas edições, também ficara na segunda colocação.

Esportes

Após 12 anos, Cássio acerta rescisão de contrato e se despede do Corinthians

Aos 36 anos, jogador vai trocar o Parque São Jorge pelo Cruzeiro

17/05/2024 14h30

Goleiro Cássio

Goleiro Cássio Foto: Agência Corinthians

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A diretoria do Corinthians e o goleiro Cássio, 36, chegaram a um acordo para finalizar a vitoriosa trajetória do jogador com a camisa alvinegra. Depois de 12 anos, ele vai trocar o clube do Parque São Jorge pelo Cruzeiro.

"É uma pena, um ídolo nosso. Vida que segue, que seja feliz", afirmou o presidente Augusto Melo, em rápida conversa com jornalistas no CT do Parque Ecológico. "Ele tem uma história, tentamos de tudo", acrescentou.

Segundo o dirigente, prevaleceu "a vontade dele". "A gente apoia, quer tudo de melhor. Não gostaríamos disso", explicou, dizendo que dará maiores detalhes do acordo em entrevista coletiva na qual deverá estar ao lado do próprio Cássio, provavelmente neste sábado (18).
Cássio ainda tinha sete meses de contrato para cumprir, embora já pudesse assinar um pré-acordo a partir de julho com qualquer outro time. Ele insistiu, porém, para conseguir sua liberação imediata e vai assinar com o Cruzeiro por três anos.

A diretoria preta e branca apresentou propostas de renovação, mas o goleiro não se convenceu a ficar e resolveu deixar a equipe que lhe deu projeção internacional e da qual grande ídolo: o maior para muitos corintianos, um dos maiores para outros, mas indiscutivelmente um gigante na história alvinegra.

A idolatria já se construiu logo na primeira temporada do goleiro pelo Corinthians, em 2012. Contratado no final de 2011, o goleiro chegou quase como um desconhecido, visto à época como uma aposta pessoal do então presidente Andrés Sanchez, que foi buscá-lo no PSV, da Holanda.

No Brasil, a referência que se tinha dele era sua breve passagem pelo Grêmio, onde foi revelado. Bastou a oportunidade aparecer para ele provar seu valor. O arqueiro assumiu a vaga de titular da meta corintiana após sucessivas falhas de Julio Cesar, sobretudo a que custou a eliminação nas quartas de final do Campeonato Paulista.

Cássio entrou no time em um momento crucial daquela temporada, às vésperas do início do mata-mata da Copa Libertadores. Com defesas históricas, incluindo a que ele considera a maior de sua carreira, em chute de Diego Souza, do Vasco, na segunda partida das quartas de final, ele ganhou a alcunha de gigante.

Em seus oito jogos na competição, sofreu apenas dois gols, um do Santos nas semifinais e outro do Boca Juniors, na decisão, sendo assim uma das peças mais fundamentais para o Corinthians alcançar o título inédito.

No final daquele ano, ele viveria mais um momento de glória, com uma atuação magistral na decisão do Mundial de Clubes, quando o time paulista conquistou o bicampeonato com uma vitória sobre o inglês do Chelsea, por 1 a 0.
Já eternizado no coração dos torcedores, ele continuou construindo uma trajetória de conquistas. Segundo atleta que mais defendeu o Corinthians, com 712 jogos, atrás apenas de Wladimir, Cássio conquistou quatro Campeonatos Paulistas (2013, 2017, 2018 e 2019), dois Campeonatos Brasileiros (2015 e 2017) e uma Recopa Sul-Americana (2013), além dos troféus da temporada de 2012.

A temporada de 2018 ficou especialmente marcada para ele por sua convocação para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, onde foi o terceiro goleiro da seleção brasileira, então comandada por Tite.

A relação com o clube também viveu momentos ruins. Um dos piores para o goleiro foi em 2016, quando ele foi barrado pela primeira vez.

Em maio daquele ano, na semana em que a avó dele, Maria Luiza, morreu em Veranópolis (RS), o arqueiro perdeu a posição de titular para Walter por opção do técnico Tite. Na época, ele estava fora de forma.

Cássio teve um período na reserva e, ao fim da temporada, cogitou deixar o Corinthians. A diretoria do clube, com ajuda de Andrés Sanchez, na época sem cargo oficial, mas com grande influência na gestão, fez com que mudasse de ideia.

O papel de Andrés naquela ocasião foi descrito no livro "Cássio — A trajetória do maior goleiro da história do Corinthians", escrito pelo jornalista Celso Unzelte em 2019.
De acordo com a publicação, o cartola procurou o goleiro no CT do Parque Ecológico e teve uma conversa direta com ele. "Preciso de você aqui. No ano que vem, se tu quiser ir embora, eu te libero. Mas agora eu preciso", disse o dirigente.

 

*Informações da Folhapress 

LIGA FEMININA DE FUTSAL

Pezão/UCDB joga hoje contra o Taboão/Magnus pela LFF

Equipe sul-mato-grossense enfrenta um dos favoritos e vai em busca da segunda vitória na competição nacional; jogo é em casa e com entrada franca

17/05/2024 11h00

Elenco e comissão técnica do Pezão/UCDB

Elenco e comissão técnica do Pezão/UCDB Foto: Isabelly Melo

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Depois de quase um mês sem jogar, as meninas do Pezão/UCDB voltam à quadra nesta sexta-feira (17), às 20h, no Ginásio Guanandizão, para enfrentar o Taboão/Magnus (SP), pela Liga Feminina de Futsal (LFF).

A única representante do Mato Grosso do Sul na competição teve dois jogos até agora, com uma derrota e uma vitória. Já a equipe paulista está invicta até agora na LFF, com três vitórias em três jogos.

Já que a última partida do Pezão/UCDB aconteceu no dia 20 de abril, em vitória contra o Londrina por 4x3, as meninas jogaram um amistoso contra a equipe masculina da Escolinha do Pato, na noite desta quarta-feira (15), a fim de manter o ritmo e se preparar para o desafio desta sexta-feira.

Atualmente, a equipe do MS ocupa a sétima colocação, e uma vitória hoje pode colocar o time entre as quatro primeiras da competição. Lembrando que das 12 equipes presentes no torneio, apenas as oito primeiras se classificam para a fase eliminatória. 

Para a partida de hoje, a entrada é franca e, até o momento desta reportagem, não há nenhum anúncio de transmissão.

Depois do jogo desta noite, o Pezão/UCDB retorna à ação no dia 1º de junho, às 18h, contra o São José (SP), novamente em casa, no Ginásio Guanandizão.

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