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COVID-19

Federação propõe debate sobre jogos de futebol com público no Rio

Plano de flexibilização da cidade prevê realização de jogos com público a partir de 10 de julho
30/06/2020 22:00 - Agência Brasil


 

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e a prefeitura da Capital manifestaram-se sobre a fase 3 das regras de flexibilização da cidade, que prevê a realização de jogos com a presença de público nos estádios a partir de 10 de julho. Entretanto, em coletiva nesta terça-feira (30), o prefeito Marcelo Crivella disse que não pode garantir, com certeza absoluta, a abertura nesta data.

“Eles [Conselho Científico] analisam a parte médica, e o prefeito vê a parte de transporte, segurança e como a população recebe essas medidas. O conselho diz: dia 10. Não quer dizer que é dia 10. A mesma coisa aconteceu quando dissemos que poderia abrir os shoppings. Teve shopping que não abriu. Estamos analisando”, afirmou Crivella.

Na última sexta-feira (26), a prefeitura informou, em publicação no Diário Oficial, que os torcedores podem ir às partidas, desde que usando máscara, mantendo distância de 4 metros quadrados dos outros e com o estádio recebendo um terço da capacidade de público permitida. O Maracanã, por exemplo, poderia ter jogos com 22 mil pessoas presentes.

Já o comunicado da Ferj defende o debate com vários órgãos e quer também  a participação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “Em algum momento, embora ainda não definido na prática, tal situação deverá vir a se concretizar e para tanto torna-se fundamental um debate, em razão da complexidade do tema, em que possam ser analisadas as diversas variáveis que fazem parte das operações de jogo”, diz a entidade.

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.