Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

PANDEMIA

Fluminense é nova vítima de surto de covid-19 e tem nove jogadores infectados

Membros da comissão técnica também teriam contraído a doença. Flamengo também teve surto da doença
26/09/2020 14:30 - Estadão Conteúdo


O Fluminense é mais um clube com surto de covid-19, no Rio de Janeiro. Assim como o rival Flamengo, o clube das Laranjeiras tem vários casos de infectados dentros do clube. São nove jogadores contaminados pelo vírus após exames realizados na sexta-feira. Membros da comissão técnica também teriam contraído a doença.

Os problemas só aumentam no Fluminense. Além da crise com queda na quarta fase da Copa do Brasil e a pressão da torcida, agora o técnico Odair Hellmann terá de se desdobrar para armar o time na busca da reabilitação do Brasileirão, segunda-feira, diante do Coritiba, no Engenhão.

O lateral-direito Calegari, o zagueiro Luccas Claro e os atacantes Miguel, Luiz Henrique e Marcos Paulo testarem positivo em exames realizados na sexta-feira. Além deles, André, Luan, Martinelli e Nascimento, do time sub-23 e que poderiam integrar o elenco principal, também foram infectados. Todos já estão de quarentena.

Em nota oficial, o Fluminense esclarece que todos os resultados do inquérito epidemiológico feito antes do jogo com o Atlético-GO deram negativo. Mesmo assim, Marcos Paulo passou mal ainda no hotel da concentração em Goiânia. Acabou nem indo para o jogo.

Luiz Henrique, substituto de Marcos Paulo na partida da eliminação na Copa do Brasil, também não se sentiu bem e pediu para sair no começo do segundo tempo. Caio Henrique, com fratura na mão, já era desfalque certo diante do Coritiba. Diante de tantas notícias ruins, o técnico Odair Hellmann pode ter o retorno do artilheiro Fred, curiosamente recuperado do covid-19.

O zagueiro Digão, em fase final de tratamento na coxa, pode ser opção para a defesa. A definição do time ocorre no treino deste domingo.

 

 

 

 
 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!