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Guilherme Costa bate novo recorde e fecha Mundial de natação como melhor do Brasil

Neste sábado, o Brasil também participou de uma final de nado peito feminino pela primeira vez na história.

FOLHAPRESS

25/06/2022 22:00

 

Guilherme Costa, de 23 anos, o Chachorrão, fechou as provas de natação do Mundial de Esportes Aquáticos, em Budapeste (Hungria) como o grande nome do país no torneio. Medalhista de bronze nos 400m livre, ele disputou neste sábado (25) a final dos 1.500m livre e alcançou um importante sexto lugar, batendo mais uma vez o recorde sul-americano da prova.

O Mundial para Cachorrão, como é conhecido, porém, ainda não chegou nem à metade. Neste domingo (26) ele começa a disputar as competições de águas abertas (modalidade antes denominada maratonas aquáticas), competindo na prova por equipes, um revezamento 4x1,25km. A prioridade, porém, é a disputa dos 10km, distância olímpica, na quarta-feira.

Nas piscinas, Cachorrão conquistou os melhores resultados do Brasil nas provas de fundo. Foi bronze nos 400m livre, batendo o recorde sul-americano duas vezes, nas eliminatórias e na final, e quinto nos 800m livre, com recorde sul-americano. A prova teve os quatro primeiros colocados da Olimpíada, uma raridade neste Mundial, bastante desfalcado por atletas com Covid e pela ausência da delegação da Rússia, suspensa.

Já neste sábado, Cachorrão foi sexto nos 1.500m livre, novamente com recorde sul-americano, 14min48s53, melhorando quatro segundos e meio a marca que fez nas eliminatórias, também recorde continental. O brasileiro chegou a nadar perto dos medalhistas, mas não aguentou o ritmo. Terminou a 12 segundos do bronze.

O pódio teve o italiano Gregorio Paltrinieri, com recorde europeu e do campeonato, o americano Bobby Finke, com recorde nacional, e o alemão Florian Welbrock. O brasileiro só bateu atrás dos quatro primeiros colocados de Tóquio-2020 (os três e o ucraniano Mykhailo Roamanchu) e do alemão Lukas Martens, de 20 anos, fenômeno que foi prata nos 400m livre.