Esportes

COPA AMÉRICA 2019

Histórico contra Lionel Messi favorece o Brasil em semifinal

Histórico contra Lionel Messi favorece o Brasil em semifinal

ESTADÃO CONTEÚDO

01/07/2019 - 14h21
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Sem Neymar, cortado da lista de convocados da Copa América às vésperas do início do torneio após romper os ligamentos do tornozelo direito, os holofotes estão em cima de Lionel Messi para o confronto entre Brasil e Argentina, nesta terça-feira, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pelas semifinais da competição continental.

O craque é praticamente a estrela solitária da Copa América após a lesão de Neymar e as eliminações dos uruguaios Cavani e Luis Suárez e do colombiano James Rodríguez. Na seleção brasileira, quem mais se aproxima do potencial do argentino é Philippe Coutinho, que amargou boa parte da temporada na reserva do Barcelona, enquanto que Messi conduziu o time catalão ao título do Campeonato Espanhol.

No último sábado, por exemplo, o zagueiro Thiago Silva afirmou que é, ao mesmo tempo, um privilégio e um temor enfrentar Messi. Ele considera o craque argentino o melhor jogador que já viu jogar.

Messi fará nesta terça-feira o seu 10.º jogo contra o Brasil. E o retrospecto é favorável aos brasileiros até aqui. O argentino sofreu cinco derrotas, ganhou três partidas e empatou uma, com quatro gols marcados.

Os quase 13 anos de confrontos de Messi contra o Brasil têm altos e baixos. Se no dia 9 de junho de 2012 ele teve uma atuação histórica ao marcar três gols na vitória por 4 a 3 em amistoso nos Estados Unidos, o argentino também acumula alguns dissabores contra os brasileiros.

Na final da Copa América de 2007, na Venezuela, por exemplo, a seleção brasileira bateu a Argentina por 3 a 0. Dois anos depois, em 2009, em partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da África do Sul, o Brasil venceu novamente, agora em Rosário, cidade onde Messi nasceu, por 3 a 1. Outro capítulo negativo para ele foi o Superclássico das Américas de 2014, disputado na China. O argentino errou um pênalti e viu os brasileiros vencerem por 2 a 0.

No encontro mais recente contra a seleção brasileira, Messi saiu vitorioso. Em 2017, em amistoso disputado na Austrália, a Argentina venceu por 1 a 0 - foi a primeira derrota de Tite à frente do Brasil.

Messi e a delegação argentina desembarcaram neste domingo em Belo Horizonte por volta das 15h30 e se dirigiram à concentração, no bairro da Savassi, onde frustraram cerca de 300 pessoas que esperavam a chegada do ônibus. Um forte esquema de segurança bloqueou as ruas. A chegada da Argentina paralisou a região ao redor do hotel da equipe e reuniu mais torcedores do que o desembarque da própria seleção brasileira, na noite de sexta-feira.

Os jogadores acessaram o local por uma entrada secundária, onde barreiras de policiais afastavam o veículo dos torcedores e curiosos. Crianças, adultos e idosos se aglomeraram nas grades vestidos com camisas da Atlético-MG, Cruzeiro, Barcelona e até de Argentina. Todos gritavam por Messi.

O craque do Barcelona estava sentado no fundo do ônibus e foi um dos últimos a desembarcar. Ao contrário da maioria dos demais colegas de seleção, Messi não deixou a mala no bagageiro do veículo e caminhou com pressa rumo ao hotel ao lado de Di María e Agüero.

Messi já esteve na cidade em outras ocasiões em compromissos com a Argentina, como no empate por 1 a 1 com o Paraguai nesta Copa América, na derrota por 3 a 0 para o Brasil pelas Eliminatórias da Copa de 2018, em 2016, além da vitória por 1 a 0 sobre o Irã, com gol dele, pelo Mundial de 2014. O jogo mais curioso, no entanto, foi em 2008, pelas Eliminatórias. Em protesto contra o técnico Dunga, a torcida brasileira aplaudiu o craque argentino e gritou o seu nome.

Esportes

Vitória abre o Brasileirão com vitória e estreia do novo patrocinador no Barradão

16/02/2026 14h40

Skokka é o novo patrocinador do clube

Skokka é o novo patrocinador do clube Renato Kayser

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O Vitória, patrocinado pelo Skokka, venceu o Clube do Remo por 2 a 0 na noite de quarta-feira (28), em partida válida pela primeira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A vitória no Barradão marca a estreia oficial da marca na camisa do clube baiano, consolidando a parceria anunciada no início do ano.

O desempenho seguro da equipe rubro-negra, que controlou a partida diante da torcida, coroou a entrada do novo patrocinador no uniforme oficial. O Skokka escolheu o Vitória como primeiro clube de futebol a estampar a marca, reforçando a aposta do mercado em associações com o esporte nacional. A estreia vitoriosa sugere início promissor para a temporada que une tradição do futebol baiano e inovação no mercado de patrocínios esportivos.

O bom momento seguiu no domingo (1º de fevereiro): o Vitória fez 2 a 0 sobre o Barcelona de Ilhéus, pela 6ª rodada do Campeonato Baiano, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana.

 

Ações no estádio engajam torcedores no Barradão

Além da estreia na camisa oficial, o Skokka realizou uma série de ativações presenciais no Barradão durante a partida. A marca distribuiu batecos personalizados com o conceito "Campo de Respeito" nas arquibancadas, criando impacto visual que integrou as cores do Vitória com a identidade da plataforma. A marca também instalou um blimp inflável fixo personalizado em local estratégico do estádio, ampliando a visibilidade institucional durante toda a partida.

De forma institucional, o time entrou em campo com a camiseta oficial do Vitória já exibindo o novo patrocinador Skokka. No intervalo, Marinho se apresentou em campo para a torcida, em um momento breve de interação com o público.

Entrevista na TV oficial do Vitória reforça a estratégia fora de campo e a conexão com a torcida

Após as ativações no estádio, a gerente de Marca e Comunicação do Skokka, Ana Ferreira, participou de uma entrevista especial para a TV oficial do Vitória, ao lado do responsável pelo marketing do clube, reforçando a mensagem institucional da campanha e o foco em aproximação com o torcedor.

Com um tom descontraído, Ana destacou o impacto da experiência no Barradão, descrevendo a recepção rubro-negra como intensa e acolhedora. Ela contou que ficou “arrepiada” com o clima nas arquibancadas e afirmou que a ideia é transformar o patrocínio em presença real no dia a dia do estádio, com ativações que gerem emoção e identificação.

Ela também mencionou que a marca já começou a colocar planos em prática desde o início da temporada, citando ações em jogos anteriores e a distribuição de brindes como parte da estratégia para consolidar ainda mais o Skokka no Brasil

Skokka apresenta medidas de verificação e segurança à ANPD

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados, órgão responsável por zelar pelo cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil e fiscalizar práticas de privacidade no ambiente digital, recebeu em janeiro de 2026 apresentação técnica detalhada do Skokka sobre as medidas implementadas para proteger crianças e adolescentes.

O encontro representa um avanço institucional importante na relação entre plataformas do mercado adulto e autoridades reguladoras, demonstrando disposição do setor em estabelecer diálogo aberto sobre práticas de segurança.

Margem de segurança e tecnologia de verificação do Skokka

O modelo adota uma margem de segurança adicional, com limite mínimo de idade estimada de 23 anos para liberar acesso completo ao conteúdo adulto. A verificação usa escaneamento facial para estimativa de idade, sem armazenamento de dados biométricos: a plataforma recebe apenas a confirmação técnica sobre liberar ou não o acesso, em conformidade com a LGPD.

A proteção é estruturada em camadas. O processo começa pela declaração obrigatória de idade e, na entrada, o usuário vê um banner em tela cheia com conteúdo desfocado, escolhendo entre: declarar maioridade e fazer verificação facial; declarar maioridade sem verificação, com restrições visuais; ou declarar ser menor e ser redirecionado para fora do site, sem exposição a conteúdo adulto.

O modelo foi apresentado à ANPD e apontado como referência para debates ligados ao ECA Digital, incluindo recursos para dificultar fraudes e tentativas de burla, como uso de documentos manipulados e deepfakes.

Experiência internacional e reconhecimento

O modelo foi estruturado com base em experiências regulatórias internacionais, onde o Skokka já implementa protocolos semelhantes com resultados mensuráveis em mercados como Itália e Reino Unido. A colaboração com autoridades nacionais e internacionais, incluindo Interpol, Europol, Polícia Federal, Polícias Civis e Ministério Público, reforça o compromisso da empresa com a proteção infantil e conformidade regulatória.

A convergência entre engajamento esportivo, ativações que aproximam a marca da torcida e avanços em conformidade regulatória demonstra que a plataforma busca equilibrar crescimento de mercado com responsabilidade digital. Além disso, a empresa lançou o STAR, novo produto voltado para anunciantes que buscam maior visibilidade dentro da plataforma, oferecendo posicionamento prioritário em resultados de busca e ferramentas adicionais de gestão de anúncios.

 

OLIMPÍADAS DE INVERNO

Lucas Pinheiro cai e é desclassificado da prova de Slalom

Brasileiro que ganhou medalha inédita não conseguiu terminar segunda prova na competição dos Jogos de Inverno na Itália

16/02/2026 10h30

Após ganhar ouro no sábado, Lucas Pinheiro cai e é eliminado de prova de Slalom nesta segunda-feira

Após ganhar ouro no sábado, Lucas Pinheiro cai e é eliminado de prova de Slalom nesta segunda-feira Reprodução Redes Sociais / Cazé TV

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Com queda na primeira descida da prova Slalom de Esqui Alpino, Lucas Pinheiro Braathen fica fora da competição. O atleta brasileiro-norueguês disputaria a segunda medalha olímpica das Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026.

Após vencer a prova de Slalom Gigante do Esqui Alpino no último sábado (14) com dominância e tranquilidade, Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha na história do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno, e ser o responsável pelo hino do país tocar em meio a neve, no Stelvio Ski Centre em Bormio, norte da Itália.

Após ganhar ouro no sábado, Lucas Pinheiro cai e é eliminado de prova de Slalom nesta segunda-feiraLucas Pinheiro ganhou a primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno - Foto: Rafael Bello/COB

Hoje, o atleta participou da sua segunda disputa nos jogos, na modalidade Slalom (tradicional) do Esqui Alpino, em que era cotado como o favorito para subir no pódio, não só pela atuação brilhante no sábado, mas também pela vitória do brasileiro na Copa do Mundo de Slalom em novembro de 2025.

Apesar do favoritismo, Lucas Pinheiro escorregou na primeira descida e foi automaticamente desclassificado, pois mesmo que concluísse a prova não conseguiria um tempo para disputar medalha, visto que o tempo das duas descidas são somados.

O medalhista brasileiro foi o sexto a descer e iniciou o trajeto com intensidade, 0.10s mais rápido que o então líder norueguês Atle Lie McGrath na primeira parcial e ainda 0.26s abaixo do tempo de Atle Lie na segunda parcial. Porém na metade do percurso, Lucas caiu e não completou a prova.

À imprensa nacional, o atleta falou das dificuldades que encontrou na pista, principalmente porque a neve não deu trégua nesta segunda-feira. "A visibilidade foi difícil para ler o terreno, mas quando eu cheguei naquela parte, tentei ir com toda a velocidade e deixei a disciplina em casa. Só estava com intensidade e esse esporte é muito complexo. É a estratégia entre técnica e intensidade".

Na prova de Slalom de Esqui Alpino, 96 atletas participaram da primeira descida, porém apenas 44 conseguiram finalizar a prova e ir para a segunda descida, com mais da metade sendo desclassificados por alguma penalidade.

Slalom Esqui Alpino

Com objetivo de contornar os portões e completar o percurso em menor tempo, tanto o Slalom tradicional, quanto o Slalom Gigante são geralmente disputados em duas descidas, e com a somatória de ambos os tempos, no final o competidor que tiver o menor número vence a prova

Já as diferenças entre as modalidades não são muitas além dos portões (bastões com molas) e a velocidade que o atleta desce, consequência da distância entre os portões. No tradicional são aproximadamente 13 metros entre eles, e a velocidade é mais abaixa, de 40 a 50 km/h.

No Slalom Gigante, modalidade em que o Brasil levou o ouro, os portões são mais distantes, com 25 metros aproximadamente entre um e outro, e com a velocidade maior, chegando a passar de 80 km/h. Nessa modalidade, o percurso também é mais longo.

*Saiba

Na prova, três competidores estavam representando o Brasil. Lucas Pinheiro foi o primeiro dos três a descer, na sexta posição, também por sorteio, porém não terminou a prova. O segundo brasileiro a descer foi Christian Oliveira Soevik, na 43ª posição, mas também não conseguiu terminar a prova, e foi desclassificado.

Já o brasileiro Giovanni Ongaro foi o único dos três representantes do país a completar a prova. Na primeira descida, o atleta foi o 57º competidor a descer e fez o percurso no tempo de 1min04s66 e ficou fora dos 30 primeiros.

Na segunda descida, ocorrida agora há pouco, o brasileiro conseguiu terminar o trajeto com o tempo de 2min06s87. Com isso, o brasileiro manteve a 31ª posição no ranking de melhores do mundo.

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