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CORONAVÍRUS

Jogo entre CSA e Chape é adiado após 9 casos de Covid-19 no time alagoano

Partida seria disputada hoje, às 15h30, na Arena Condá, pela segunda rodada da Série B do Brasileirão
12/08/2020 02:00 - Agência Brasil


A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) adiou a partida entre Chapecoense e CSA, que seria disputada nesta quarta-feira (12), às 15h30 (horário de Mato Grosso do Sul), na Arena Condá, pela segunda rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O motivo é o diagnóstico positivo para o novo coronavírus (Covid-19) de 18 atletas do time alagoano entre os 31 inscritos no torneio. Nove jogadores tiveram a contaminação confirmada na manhã de terça-feira.

Segundo a nota oficial do CSA, os casos registrados após os exames feitos no domingo se juntam a outros nove jogadores afastados, depois da testagem realizada pela CBF na última quarta-feira (5), data da final do Campeonato Alagoano contra o CRB. Estes últimos sequer foram a campo na estreia do Azulão na Série B, no último sábado, na vitória por 1 a 0 sobre o Guarani, em Maceió. O departamento médico não divulgou os nomes dos atletas, mas, informou que eles "estão clinicamente bem e sendo acompanhados".

Em nota, a Chape disse ter sido avisada pela CBF do adiamento no início da tarde de terça-feira e se solidarizou com o adversário. "Diante da situação, a Chapecoense afirma a sua compreensão, expressa o apoio ao CSA e reitera o desejo de rápida recuperação de todos os contaminados", diz o comunicado.

Esse é o terceiro jogo suspenso por casos de Covid-19 desde o início dos campeonatos nacionais. No domingo, a partida entre Treze e Imperatriz, pela Série C, foi adiada por 12 dos 19 jogadores da equipe maranhense terem testado positivo. Na Série A, o Goiás teve nove atletas registrando contaminação pelo novo coronavírus, mas, devido a um atraso na divulgação dos resultados, só ficou sabendo horas antes de enfrentar o São Paulo, o que levou a CBF a postergar o duelo.

 
 

Felpuda


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Os partidos das chamadas extremas direita e esquerda, no cômputo geral, tiveram o repúdio das pessoas nas urnas, que contrariaram, nos dias das votações, o dito popular de que na briga entre o rochedo e o mar quem apanha são os mariscos. Desta feita, decidiram escolher ficar em águas mais tranquilas pelos próximos quatro anos, evitando extremistas.