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Joinville e São Paulo tentam, mas não alteram o placar

Joinville e São Paulo tentam, mas não alteram o placar

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O Joinville recebeu nesta quarta-feira o São Paulo para tentar somar pontos na luta contra o rebaixamento. Em uma partida movimentada, com boas chances para os dois lados, os atacantes acabaram errando a mira e o jogo terminou com o mesmo placar que começou, 0 a 0.

A partida começou bastante movimentada com o Joinville tentando ir para o ataque, mas pecando no último toque. Depois de quase 15 minutos de tentativas do time catarinense, o São Paulo chegou com perigo pela primeira vez. Pato teve a chance de marcar, mas o zagueiro Bruno Aguiar fez o desarme na hora certa.

Aos 19 minutos o Tricolor Paulista colocou a bola na trave de Agenor. Após jogada de Pato na esquerda, Wilder chegou chutando e a bola desviou na zaga e explodiu no poste. O São Paulo passou a ser melhor no jogo e chegou a perder grande chance com Michel.

No fim da primeira etapa, o Joinville voltou a assustar. Primeiro aos 42 minutos em um lance que gerou muita reclamação do São Paulo, que colocou a bola para fora depois do jogo ser paralisado, mas os catarinenses não devolveram e quase marcaram na sequência.  Dois minutos depois Edgar Junior cabeceou e a bola bateu nas duas traves, mas não entrou.

O São Paulo respondeu na sequência com Michel Bastos, que chegou na cara do gol, mas tocou para fora. Ainda houve tempo para o Joinville tentar mais uma vez com Marcelinho Paraíba chutando de longe.

A partida seguiu movimentada na segunda etapa, com as duas equipes indo para o ataque e criando chances. O Joinville conseguiu acertar a trave de Renan Ribeiro mais uma vez e aos 34 minutos perdeu chance incrível de abrir o placar, mas após confusão na área Marcelinho Paraíba mandou a bola pra muito longe.

Os minutos finais foram do Joinville tentando fazer uma pressão e o São Paulo arriscando o contra-ataque, mas o placar não saiu do zero. Assim, o São Paulo vai a 35 pontos, enquanto o Joinville vai a 20, ainda na penúltima colocação.

Esportes

Sul-mato-grossense Érick Cardoso vence Capone em evento do Jungle Fight

O aquidauanense venceu seu adversário de São Paulo por nocaute técnico no 2º round.

22/07/2024 14h00

Erick

Erick "Bebezão" Cardoso acerta chute rodado em Jeferson Capone no Jungle Fight 129 Foto: Adriano Albuquerque

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No último final de semana, o sul-mato-grossense Érick Cardoso alcançou o topo do Jungle Fight, o maior campeonato de MMA da América Latina, após vencer o paulista Jeferson Capone. O evento Jungle Fight 129 aconteceu no último sábado (20), no Ginásio do Pelezão, em São Paulo (SP).  

A luta entre o aquidauanense Érick Cardoso e Jefferson Capone foi pela categoria 77 kg. O combate foi animado e cheio de reviravoltas, mas Érick levou a melhor, vencendo por nocaute técnico no 2º round.

"Nossa luta foi uma guerra", relatou Capone pelas redes sociais.  

Acompanhe abaixo o nocaute e a vitória do sul-mato-grossense neste último sábado (20), em São Paulo. 

 


 

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PARIS-2024

Judoca conquista vaga e MS terá sete atletas na Paralimpíada

Com mais duas vagas conquistadas no judô, a campo-grandense Kelly Kethyllin Victório foi convidada pelo Comitê Paralímpico Internacional (CPI) para competir nos Jogos de Paris deste ano

22/07/2024 12h15

A judoca Kelly Kethyllin Victório é mais uma atleta sul-mato-grossense na Paralimpíadas de Paris

A judoca Kelly Kethyllin Victório é mais uma atleta sul-mato-grossense na Paralimpíadas de Paris Foto: Ale Cabral / CPB

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A judoca sul-mato-grossense Kelly Kethyllin Victório, de 20 anos, foi convidada para competir nos Jogos Paralímpicos de Paris, após o Brasil conquistar direito de mais duas vagas na competição, e agora se junta aos outros seis atletas do Mato Grosso do Sul que irão representar o país na capital francesa entre os dias 28 de agosto e 8 de setembro deste ano.

A convocação foi anunciada na última sexta-feira (19) pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que confirmou o recebimento e aceitação dos convites nominais enviados diretamente pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês).

Natural de Campo Grande, Kelly faz parte da categoria até 70 kg da classe J2 (baixa visão) - mesma categoria da atual campeã paralímpica Alana Maldonado - e vinha integrando a seleção brasileira de base, do qual ela conquistou a medalha de ouro no Parapan de Jovens do ano ano passado, em Bogotá (Colômbia). 

A atleta é do Instituto Sul-Mato-Grossense para Cegos Florivaldo Vargas (Ismac-MS) e, segundo consta na sua breve biografia no site da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV), ela nasceu com má-formação no nervo óptico, o que lhe causou baixa visão em ambos os olhos. 

Segundo a última atualização do ranking paralímpico divulgado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, em inglês), Kelly ocupava a décima colocação e, com inelegibilidade de vários judocas que estavam à sua frente, ela foi chamada pelo IPC.

Além dela, a judoca paranaense Larissa Silva, de 24 anos, foi convocada. Ela luta na categoria até 57 kg da classe J1 (cegos totais) e atualmente ocupa a oitava posição no ranking da IBSA. Dentre suas principais conquistas, estão os bronzes no Pan-Americano da IBSA de Edmonton, no Canadá, e no Grand Prix de Nur-Sultan, no Cazaquistão, ambos em 2022.

Importante ressaltar que o judô é a terceira modalidade que mais rendeu medalhas ao país nos Jogos Paralímpicos, com 25 no total, sendo cinco de ouro, nove pratas e 11 bronzes. Na história, a delegação brasileira conquistou 373 medalhas (109 de ouro, 132 de prata e 132 de bronze), ou seja, neste ano deve chegar ao seu 400º pódio.

Kelly + sete

Além da judoca, outros sete atletas sul-mato-grossenses já estão com vagas garantidas em Paris. No dia 04 de julho, a CPB divulgou a primeira convocação para os Jogos e dois da canoagem estavam na lista: Débora Benevides, de Campo Grande, e Fernando Rufino, de Eldorado.

Uma semana depois, a segunda lista foi divulgada e quatro atletas estavam nela: Yeltsin Francisco Ortega Jacques e Gabriela Mendonça Ferreira, ambos de Campo Grande, e Paulo Henrique Andrade dos Reis, de Dourados, além da judoca criada na capital Érika Cheres Zoaga.

Além dos seis atletas acima, a professora de judô Anne Talitha Almeida Ferreira Silva foi chamada para ser auxiliar-técnica da delegação brasileira na competição. Faixa preta e profissional de educação física, ela trabalha desde 2006 com o treino de atletas paralímpicos na modalidade.

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