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Kleber usa Ronaldinho para provar Fair Play

Kleber usa Ronaldinho para provar Fair Play

gazeta esportiva

22/07/2011 - 00h01
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Após aproveitar uma bola ao chão para surpreender a defesa flamenguista e chutar com perigo, Kleber teve sua ética questionada e foi chamado de moleque pelos adversários. Revidou apontando atitudes de Ronaldinho Gaúcho, o maior astro do time rubro-negro, para argumentar que a falta de Fair Play não partiu dele.

"Não é questão de ser legal ou não [sua atitude de chutar]. É legal o juiz falar para bater a falta só no apito e alguém bater? Ou chutar por cima do Marcão com o lance parado para ganhar tempo?", apontou o Gladiador, lembrando de dois lances envolvendo o camisa 10 da equipe de Vanderlei Luxemburgo.

O jogador ainda lembra da falta que sofreu encarada como pênalti por Luiz Felipe Scolari. "Se o cara é Fair Play, fala que fez a falta. Mas não disse nada e pediu amarelo para mim. E eu que não tenho Fair Play", reclamou, criticando a postura dos adversários durante todo o jogo.

"Chegou um momento da partida em que notamos que o Flamengo queria o empate. Queriam segurar o jogo. O Felipe fez tanta cera que o juiz reclamou com eles três vezes. [O Fair Play] É um acordo entre cavaleiros até a página 3. Não vi Fair Play do Flamengo", continuou.

No lance que gerou a confusão, Kleber sustenta a versão de todos no Palmeiras. O árbitro interrompeu o jogo porque Junior Cesar ficou no chão após choque com Dinei. Mas Renato Abreu, em vez de jogar para fora, lançou a bola ao campo de ataque e Marcos Assunção a dominou quando todos pararam. Na sequência, o Gladiador alega ter pedido para alguém do rubro-negro jogar pela lateral, mas se disse ignorado.

"A bola era do Flamengo porque o Junior Cesar caiu?! O Renato Abreu jogou para frente. Se quisesse, jogaria para fora. Quem tinha que devolver era eles. O jogo foi parado para quem ser atendido? Um jogador do Flamengo. O mínimo que deveriam fazer era jogar a bola para fora", reclamou o atacante.

"Continuei porque a bola era nossa. Não pedi uma nem duas, foram mais vezes. Foi nítida e clara a minha reação quando a bola ficou no chão. Dei a oportunidade de chutarem para fora. Como fizeram o jogo todo, iam ficar segurando o tempo. A bola ia ficar no chão por dez minutos e ninguém ia fazer nada. Era bom para eles que ninguém jogasse. A bola ia ficar parada e o tempo acabar", projetou.

O que irritou Kleber é o fato de ele e seus colegas obedecerem a ordem de Felipão de devolver a bola no lugar onde a jogada parou, atitude que faz o atleta do Palmeiras se sentir prejudicado por ser do único time que faz isso. Por isso, ele gostaria que o árbitro Leandro Vuaden interviesse antes de ele partir para o gol.

"É o arbitro que tinha que falar quem deveria chutar para fora. Mas não falou e cada um faz o que acha. O Flamengo achou que deveria deixar ali esperando até o fim e eu achei que precisávamos da vitória", contou o Gladiador, ciente de que, se tivesse feito o gol, o tumulto seria ainda maior. "Não sei o que aconteceria. Talvez estivéssemos lá brigando até agora", estimou.

AUTOMOBILISMO

F1 volta com repetição de domínio da Red Bull e vitória de Verstappen

Temporada 2024 será a mais longa da história, com 24 corridas, número que poderia ter sido registrado em 2023, quando os GPs da China e Emília-Romagna acabaram cancelados

02/03/2024 13h30

F1 retornou neste ano com seu primeiro GP em um sábado devido ao Ramadã, um período sagrado para os muçulmanos Reprodução/X/Fórmula 1

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Neste sábado (2), a abertura da temporada 2024 da F1 no GP do Bahrein indicou que a Red Bull ainda vai ser a equipe dominante do grid, assim como o tricampeão Max Verstappen continuará reinando soberano na primeira posição.

O holandês venceu a prova, praticamente, de ponta a ponta, e Sérgio Perez garantiu a primeira dobradinha do ano, em segundo.

Já a segunda força da categoria promete uma disputa mais aberta. A Ferrari demonstra estar um passo à frente das demais, pois completou o pódio com Carlos Sainz, enquanto Charles Leclerc foi o quarto, mas a Mercedes e a McLaren também tiveram um bom desempenho no ritmo de corrida.

Em seu último ano como piloto da Mercedes, Lewis Hamilton, no entanto, destoou de seu companheiro de equipe, George Russell, o quinto, e estreou de forma modesta neste ano, com a sétima colocação da prova no Bahrein. Em 2025, o heptacampeão mundial vai correr pela Ferrari.

Já os carros da McLaren chegaram na sexta, com Lando Norris, e na oitava posição, com Oscar Piastri.

Com suas provas tradicionalmente realizadas aos domingos, a F1 retornou neste ano com seu primeiro GP em um sábado devido ao Ramadã, um período sagrado para os muçulmanos.

Pelo mesmo motivo, a próxima etapa do ano também será em um sábado, no dia 9, na Arábia Saudita.

No calendário islâmico deste ano, a data religiosa começa no dia 10, um domingo, por isso a corrida saudita teve de ser antecipada para o sábado, assim como a prova no Bahrein, adiantada para ter um intervalo mínimo de sete dias entre uma prova e outra.

A temporada 2024 será a mais longa da história, com 24 corridas, número que poderia ter sido registrado em 2023, quando os GPs da China e Emília-Romagna acabaram cancelados.

O GP São Paulo deste ano está marcado para o dia 3 de novembro, quando será disputada a 21ª Etapa do ano. Depois da corrida no Brasil, a F1 passará por Las Vegas, nos EUA, Qatar e Abu Dhabi.

 

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Virou caso de polícia

Jogador da Portuguesa procura a polícia e denúncia PM por ameaça e injúria racial

O boletim de ocorrência foi registrado no 4º DP das Moreninhas em Campo Grande; o caso foi encaminhado a Corregedoria da Polícia Militar para investigação.

01/03/2024 18h22

Cenas lamentáveis de injuria racial aconteceu aos 18 minutos do primeiro tempo. Foto: Luciano Siqueira/ Portuguesa

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O zagueiro Vinicius Machado com a equipe jurídica da Associação Atlética Portuguesa, estiveram na Corregedoria da Polícia Militar no início da tarde de hoje (1), abrindo um inquérito investigativo de injúria racial feita por um policial militar que realizava a segurança das equipes de arbitragem. 

Reprodução/ 

As cenas lamentáveis aconteceram aos 18 minutos do primeiro tempo, na partida entre Portuguesa 4 a 3 contra o Náutico, na noite de ontem (29), no Estádio Jacques da Luz, em Campo Grande, pelo Campeonato Sul-Mato-Grossense.  

Conforme relatos do boletim de ocorrência registrado na 4º Delegacia de Polícia dos Moreninhas, em que o Correio do Estado teve acesso, detalha os minutos da confusão. 

Os jogadores da Lusa ficaram resvoltados após o juiz da partida, João Bosco Echeveria, não marcar uma penalidade a favor da Portuguesa. Os atletas titulares foram para cima do árbitro para questioná-lo, quando os policiais entraram em campo sem autorização.  

Ainda conforme descrito no boletim de ocorrência, neste momento o policial pegou no braço do zagueiro para tirá-lo da confusão.  O atleta olhou para o policial e o questionou sobre força truculenta que realizava o ato, retirando o atleta de campo. 

Inconformado, o zagueiro voltou ao gramado e foi novamente em direção ao árbitro, quando ouviu ameaças do mesmo policial, proferindo as seguintes palavras: “Eu acho você, onde você estiver aqui, vou lá no vestiário e pego você”. 

O atleta estranhou as ameaças e ouviu novamente do policial “Eu te dou voz de prisão, você está me desacatando, eu te prendo nego" 
 
 Não entendo muito bem o que estava acontecendo, o zagueiro questionou o policial que estava com as algemas em mãos e relatando as seguintes as palavras “"eu te prendo, nego". 
 
Revoltado, o atleta foi em direção ao árbitro e relatou as ofensas.  

Nas redes sociais, a Associação Atlética Portuguesa publicou nota repudiando o fato.

A.A Portuguesa/ Divulgação

Em nota, a assessoria da Polícia Militar relatou que "na observação do comandante que cuidava da equipe que estava no estádio, foi necessária a intervenção da polícia, a fim de resguardar a equipe de arbitragem e atletas. Após cerca de 20 minutos, os ânimos se acalmaram e a partida pode ser reiniciada sem maiores problemas", relatou.

Com relação ao suposto ato racista proferido pelo policial militar, a instituição destacou que “não compactua com qualquer tipo de desvio de conduta de seus integrantes, e que está investigando o caso" 

Questionamos novamente a Polícia Militar sobre o afastamento ou punição do policial, mas a assessoria relatou que o policial não será afastado tampouco punido até que se prove que o fato aconteceu.  

Até o momento, a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS), não disponibilizou a súmula da partida, por isso não será possível saber se a arbitragem registrou ou não o fato. 

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