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FUTEBOL

Jogos das oitavas de final da Copa do Brasil reservam equilíbrio e emoção

CBF realizou, nesta quinta-feira, o sorteio das partidas e dos mandos de campo
01/10/2020 16:00 - Agência Brasil


Os oito confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil estão definidos. Quem conseguir avançar de fase vai embolsar R$ 3,3 milhões. 

O cardápio de confrontos promete emoções para todos os gostos. Há disputas entre times da série A e B, o clássico gaúcho entre Grêmio e Juventude, o encontro do técnico do Rogério Ceni (do Fortaleza) contra o São Paulo (onde é ídolo), embate de rubro-negros e o Palmeiras de Luxemburgo contra o Bragantino que o projetou. 

A CBF realizou, nesta quinta-feira (1), o sorteio das partidas e dos mandos de campo. Os duelos serão realizados entre os dias 28 de outubro e 4 de novembro.

Segundo o comentarista da Rádio Nacional Mario Silva, a partida entre Flamengo e Athletico-PR é a mais equilibrada: “São duas equipes fortes da Série A e que estão na Libertadores da América. Ano passado, elas se enfrentaram e o Furacão levou a melhor e venceu a competição”. 

Em 2013, os rubro-negros decidiram o torneio e os cariocas conquistaram o título.

Esta fase também vai colocar três equipes da Série B contra times elite do futebol brasileiro. O atual líder da Segundona, Cuiabá, encara o combalido Botafogo, que acaba de demitir Paulo Autuori e que está no Z-4 da Série A. 

Tem ainda o clássico do sul entre o pentacampeão Grêmio e o Juventude, campeão em 1999. Corinthians e América-MG fazem briga café com leite entre paulistas e mineiros. “No futebol, tudo pode acontecer, porém, teoricamente, quem está na série principal é favorito a se classificar”, afirma Mário Silva.

O atual campeão do Nordeste, Ceará, representante da região ao lado do arquirrival Fortaleza, vai ter o Santos de Cuca pela frente. Do Centro-Oeste, o Atlético-GO vai precisar superar o Internacional, do artilheiro Thiago Galhardo e do argentino Eduardo Coudet.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!