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TÓQUIO

OMS/Tedros: Não será fácil fazer das Olimpíadas um evento seguro após pandemia

Jogos estão previstos para iniciar em 23 de julho do ano que vem
16/05/2020 14:59 - Estadão Conteúdo


O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou neste sábado que não será fácil garantir que as Olimpíadas de Tóquio, adiadas para 2021, sejam um evento global seguro após a pandemia da covid-19. A declaração foi feita durante coletiva em que Tedros e o presidente do Comitê Olímpico Internacional (OIC, na sigla em inglês), Thomas Bach, assinaram um acordo de cooperação voltado a promover junto a governos de diversos países a prática de esportes como meio para um estilo de vida mais saudável. "As Olimpíadas, atletismo ou futebol não são apenas para os atletas. Têm de ser uma cultura para todos e responsabilidade de todos", disse Tedros.

Durante a coletiva, Tedros pediu "união nacional e solidariedade global" para lutar contra a pandemia até os Jogos Olímpicos, previstos para iniciar em 23 de julho do ano que vem. "Desejamos que Tóquio seja um lugar onde a humanidade se reunirá vitoriosa contra a covid-19", disse ele. "Está em nossas mãos, mas não é fácil. Se fizermos o nosso melhor, especialmente com união nacional e solidariedade global, acredito que será possível."

Especialistas da área da saúde, inclusive do Japão, têm questionado como as Olimpíadas poderão ser disputadas antes da implantação de um programa global de vacinas que seja eficaz. Cerca de 11 mil atletas, de mais de 200 equipes, devem competir ano que vem em Tóquio.

"Neste momento, ninguém pode realmente dar uma resposta confiável sobre como será o mundo em julho de 2021", reconheceu o presidente do OIC, Thomas Bach. "É muito cedo para começar a especular sobre diferentes cenários e o que pode ser necessário para garantir ambiente seguro a todos os participantes", acrescentou.

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?