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BRASILEIRÃO

Em jogo ruim, Palmeiras e Inter marcam nos acréscimos e empatam no Allianz Parque

Sem conseguir deslanchar, o time alviverde soma dez pontos, com uma partida a menos, e ocupa a sétima colocação
03/09/2020 04:00 - Estadão Conteúdo


Com dois gols nos acréscimos do segundo tempo, Palmeiras e Internacional empataram por 1 a 1 nesta quarta-feira, no Allianz Parque, em duelo da sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Os times acordaram nos minutos finais de um jogo fraco tecnicamente e levaram um ponto cada um.

Com medo de perder, o Palmeiras teve mais uma atuação ruim. Foi lento, previsível e preferiu amarrar o jogo em vez de atacar. Já o líder Inter se mostrou confortável com a maneira como se desenrolou a partida pois conseguiu um ponto fora de casa e ainda descansou boa parte de seus titulares.

Sem conseguir deslanchar, o time alviverde soma dez pontos, com uma partida a menos, e ocupa a sétima colocação. No entanto, deve perder mais posições ao final da rodada. O Internacional se manteve na ponta e soma 16 pontos. Só o São Paulo, que joga nesta quinta-feira, pode igualar a pontuação do time colorado.

Ainda invicto, o Palmeiras volta a campo para enfrentar o Red Bull Bragantino no próximo domingo, às 11 horas, no Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. No mesmo dia, mas às 16 horas, o Internacional recebe o Bahia no Beira-Rio, em Porto Alegre. Os dois jogos são válidos pela oitava rodada do Brasileirão.

Como quase todas partidas do Palmeiras neste início do Brasileirão, o primeiro tempo no Allianz Parque foi letárgico, monótono e carente de criatividade e lances de perigo. O time paulista se defendeu bem das poucas investidas do líder do campeonato, mas novamente falhou na criação das jogadas e quase não incomodou o adversário.

Vanderlei Luxemburgo foi até mais cauteloso do que em relação às partidas anteriores e colocou cinco jogadores no meio de campo: Patrick de Paula, Bruno Henrique, Gabriel Menino, Zé Rafael e Lucas Lima. Pior para Luiz Adriano, que ficou isolado no ataque e não conseguiu concluir uma vez sequer. A melhor e única chance de perigo saiu dos pés do lateral-esquerdo Viña, em arremate de fora da área que foi por cima do gol.

Com apenas quatro titulares escalados desde o início, a equipe gaúcha não repetiu o desempenho das últimas partidas. Bem treinados, os reservas apresentaram praticamente a mesma mecânica dos titulares em campo, mas foram mal ofensivamente. O time colorado marcou bem e ficou mais com a bola, porém, produziu pouco no meio de campo e pareceu confortável com o jogo truncado, amarrado e muito faltoso - foram sete cartões amarelos para os dois lados no duelo. Patrick, em uma bonita bicicleta, foi quem chegou mais perto de marcar.

Na etapa final, os treinadores fizeram várias substituições. Coudet apostou em alguns titulares, como Boschilia e Thiago Galhardo, e Luxemburgo deixou o time com mais atacantes ao lançar Rony e Willian. O nível técnico apresentado no Allianz Parque, no entanto, não melhorou.

Quando o jogo se arrastava para um 0 a 0 sem graça, as equipes acordaram e nos sete minutos dos acréscimos produziram mais do que em toda a partida. Luan falhou e a acabou batendo em seu braço dentro da área. O árbitro foi consultar o vídeo do VAR e decidiu assinalar a penalidade. Thiago Galhardo converteu a cobrança, deixou os gaúchos em vantagem e chegou ao quinto gol no campeonato, ampliando a liderança na artilharia.

Os anfitriões deram a saída e conseguiram o empate um minuto depois de saírem atrás. No lance, diante da pobreza ofensiva da equipe, o zagueiro Gustavo Gómez se aventurou no ataque e cruzou da ponta direita para Luiz Adriano, que subiu bonito e mandou de cabeça para as redes. O atacante comemorou muito o gol contra o ex-time que decretou o placar final.

 

Felpuda


As eleições do segundo turno, encerradas no domingo (29), descortinaram panorama de como será a briga eleitoral em 2022.

Os partidos das chamadas extremas direita e esquerda, no cômputo geral, tiveram o repúdio das pessoas nas urnas, que contrariaram, nos dias das votações, o dito popular de que na briga entre o rochedo e o mar quem apanha são os mariscos. Desta feita, decidiram escolher ficar em águas mais tranquilas pelos próximos quatro anos, evitando extremistas.