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FUTEBOL

Recessão global preocupa os organizadores da Copa do Mundo do Catar-2022

Catar promete que a Copa do Mundo será acessível para fãs poderem viajar
21/05/2020 03:00 - Estadão Conteúdo


Os organizadores da Copa do Mundo no Catar, em 2022, estão preocupados com o fato de muitos torcedores estarem passando dificuldades com a recessão global por causa da pandemia do coronavírus.

Muitos países ao redor do mundo deverão sofrer profundos problemas financeiros com as restrições e bloqueios. Eventos esportivos também foram adiados, incluindo a Eurocopa, que deveria começar no próximo mês, mas foi levada para 2021.

O Catar ainda espera que seis de seus oito estádios sejam concluídos até o final deste ano, apesar da interrupção devido à covid-19. A Copa do Mundo está programada para novembro e dezembro de 2022, ao invés da disputa tradicional em junho e julho, o que garante um tempo a mais para a retomada das viagens internacionais.

"Até 2022, estou otimista de que superaremos essa pandemia", disse Hassan Al Thawadi, secretário-geral do comitê organizador da Copa do Mundo, nesta quarta-feira. "Será uma das primeiras oportunidades para todos celebrarmos juntos, nos envolvermos, reunir pessoas."

O Catar promete que a Copa do Mundo será acessível aos fãs, mas a pequena nação rica em gás foi afetada pelo fechamento da atividade econômica em muitos países. A estatal Qatar Airways, uma das patrocinadoras da Copa do Mundo, disse que reduzirá empregos, já que a indústria global da aviação está amplamente prejudicada neste período.

"Sempre há a preocupação com a economia global, que deve atrapalhar a possibilidade de os fãs poderem viajar para comemorar a Copa do Mundo", disse Al Thawadi. "Ainda estamos comprometidos em garantir o equilíbrio para termos uma Copa do Mundo acessível, em um preço acessível para os fãs, além de funcional para a indústria e para o serviço de fornecedores de suprimentos."

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?