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ANÁLISE

Roberto Carlos fica satisfeito com estreia e quer jogar domingo

Roberto Carlos fica satisfeito com estreia e quer jogar domingo

Redação

22/01/2010 - 08h32
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Roberto Carlos enfim estreou com a camisa do Corinthians. E logo em sua primeira partida, na última quartafeira, uma vitória diante do Bragantino, por 2 a 1. Ontem o lateral-esquerdo “deu-se” nota acima de cinco, disse que sua estreia “poderia ter sido melhor”, declarou amor à torcida e saiu um pouco antes do apito final por sentir câimbra. Mas a vitória, para o camisa 6, foi o mais importante. “Foi uma vitória importantíssima para o time se acostumar a ganhar. O time está bastante motivado, vai melhorar tecnicamente, taticamente, e daqui a pouco vai estar aí brigando pelo título. O que a gente precisava era ganhar. O mais importante é que a minha estreia foi com vitória, que sempre dá uma confiança a mais”, afirmou. Sobre a torcida, o jogador – cujo nome foi o segundo mais comemorado antes da partida, no anúncio da escalação – tem certeza de que sua relação de amor com os corintianos será longa. “É uma torcida que me quer muito, e eu quero muito essa torcida. Desde que eu cheguei, criamos uma afinidade, e isso vai aumentar cada vez mais e com certeza vai durar por muito tempo”, explicou. O jogador foi substituído pouco antes do fim da partida, segundo ele mesmo, por sentir câimbras. Dando claras demonstrações de preocupação com o grupo, Roberto Carlos pediu para sair e dar preferência para um atleta em melhores condições físicas. “Me deu um pouco de câimbra, eu não tinha como voltar, era melhor colocar um jogador descansado”, disse. Em relação às próximas partidas, Roberto disse que quer jogar. “Sou fominha mesmo, quero jogar todos os jogos e não gosto de ficar fora. Como é começo de temporada, tem que aceitar a decisão do treinador, mas se ele precisar estou à disposição”, completou. O jogador, porém, não deverá ser relacionado por Mano Menezes para a próxima partida, contra o Oeste.

Esportes

'Dança das cadeiras' de técnicos também acontece na Europa: o que explica isso?

Os primeiros dias de 2026 trouxeram reformulações a alguns dos maiores clubes da Europa

14/01/2026 13h25

Alvaro Arbeloa

Alvaro Arbeloa Foto: Divulgação

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A demissão de Xabi Alonso do Real Madrid ampliou a lista de clubes europeus que realizaram trocas de comando técnico no futebol europeu ao longo da temporada 2025/2026, que ainda está na metade. Nas cinco principais ligas do Velho Continente - Inglaterra, Espanha, Itália, França e Alemanha -, foram 24 mudanças.

O número ainda está longe dos que são praticados no Brasil, como mostram as 22 demissões somadas no Brasileirão ao longo de 2025, mas as decisões recentes indicam que a mentalidade europeia, hoje, não é tão diferente da brasileira.

A "Dança das Cadeiras" está em alta por lá, e os motivos são muito parecidos aos vividos pelos clubes brasileiros, do treinador que "perde o vestiário" a resultados pontuais que trazem alguma dose de humilhação, como derrotas em clássicos.

Os primeiros dias de 2026 trouxeram reformulações a alguns dos maiores clubes da Europa. No primeiro dia do ano, o Chelsea anunciou a demissão de Enzo Maresca, após 18 meses de um trabalho que teve como ponto alto a conquista do Mundial de Clubes, e tirou Lian Rosenior do Strasbourg, da França.

Pouco depois, foi a vez de o Manchester United dar fim à passagem de Rúben Amorim, treinador que se tornou sensação pelo trabalho realizado no Sporting. O ex-volante Michael Carrick foi o escolhido para assumir o cargo.

A mais recente troca foi no Real Madrid, agora com Álvaro Arbeloa promovido ao cargo de treinador do time principal após experiência no Real Castilla. Xabi Alonso não conseguiu domar as estrelas madrilenhas e chegou até a ser xingado por Vinícius Júnior durante uma substituição.

Ele teve apenas sete meses de trabalho e, durante boa parte desse período, precisou lidar com pressão interna e externa. A responsabilidade era grande, pois substituía Carlo Ancelotti, que encerrou trajetória de quatro anos pelo clube merengue para assumir a seleção brasileira.

Xabi está entre os 10 treinadores que tiveram menos tempo de comando no Real Madrid ao longo do século 21, em oitavo lugar, logo acima do brasileiro Vanderlei Luxemburgo (1 ano) e do chileno Manuel Pellegrini (11 meses). A passagem mais curta de um treinador pelo clube foi de Julen Lopetegui, em raro trabalho de apenas 11 semanas, encerrado após uma goleada por 5 a 1 para o Barcelona.

A Premier League, constantemente apontada como o modelo ideal de liga, é a competição que mais registrou trocas de comando. Além de Manchester United e Chelsea, também realizaram mudanças o Wolverhamtpon, o West Ham e o Nottingham Forest - este último duas vezes. Ange Postecoglou, que substituiu Nuno Espírito Santo no Forest, ficou apenas 39 dias no comando da equipe, demitido duas semanas depois após ser campeão da Liga Europa.

Depois, vem a Espanha e a Alemanha, com cinco trocas de comando técnico. Os campeonatos Italiano e Francês tiveram quatro mudanças de treinador cada.

VEJA OS TIMES DA EUROPA QUE DEMITIRAM OU PERDERAM TÉCNICOS EM 2025/2026:

Campeonato Alemão: Erik ten Hag (Bayer Leverkusen),Gerardo Seoane (Borussia Mönchengladbach), Paul Simonis (Wolfsburg), Sandro Wagner (Augsburg) e Bo Henriksen (Mainz 05).

Campeonato Espanhol: Xabi Alonso (Real Madrid), Sérgio Francisco (Real Sociedad), Luis Carríon (Real Oviedo), Julián Calero (Levante) e Veljko Paunovic (Real Oviedo).

Campeonato Francês: Liam Rosenior (Strasbourg), Franck Haise (RC Lens), Luís Castro (Nantes) e Adi Hütter (Monaco).

Campeonato Inglês: Rúben Amorim (Manchetser United), Enzo Maresca (Chelsea), Vítor Pereira (Wolverhampton), Nuno Espírito Santo (Nottingham Forest), Ange Postecoglou (Nottingham Forest) e Graham Potter (West Ham).

Campeonato Italiano: Ivan Juric (Atalanta), Stefano Pioli (Fiorentina), Patrick Vieira (Genoa) e Igor Tudor (Juventus).

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Esporte

Manchester United anuncia multicampeão Michael Carrick para vaga de técnico: 'Sei o que fazer'

O português Rubén Amorim foi demitido faz alguns dias.

13/01/2026 23h00

Michael Carrick

Michael Carrick Divulgação

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O Manchester United 'imitou' o Real Madrid e resolveu apostar em um novo treinador que fez história como jogador com a camisa do clube.

Neste terça-feira, o multicampeão Michael Carrick foi oficializado para vaga do português Rubén Amorim, demitido faz alguns dias.

"O Manchester United tem o prazer de anunciar a nomeação de Michael Carrick como treinador principal da equipe masculina até o fim da temporada 2025/26", oficializou o clube, em nome que agrada o revoltado torcedor por seus histórico em Manchester.

Carrick defendeu o United em 464 oportunidades, conquistando a Premier League cinco vezes, além da FA Cup, duas Copas da Liga, a Liga dos Campeões, a Liga Europa e o Mundial de Clubes da Fifa.

O profissional esteve na comissão técnica do time principal após se aposentar em 2018, trabalhando com José Mourinho e Ole Gunnar Solskjaer - assumiu de maneira interina após a queda do norueguês.

"Sei o que é preciso fazer para ter sucesso aqui. Meu foco agora é ajudar os jogadores a atingirem os padrões que esperamos neste clube incrível, e sabemos que este grupo é mais do que capaz de alcançá-los", disse Carrick, ex-jogador da seleção inglesa e que dirigiu o Middlesbrough por dois anos e meio.

"Já trabalhei com vários jogadores e, obviamente, continuei acompanhando a equipe de perto nos últimos anos. Tenho total confiança no talento, na dedicação e na capacidade deles de terem sucesso aqui", afirmou.

"Ainda há muito pelo que lutar nesta temporada, estamos prontos para unir todos e dar aos torcedores as apresentações que seu apoio leal merece."
 

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