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CRISE

Umberto Louzer volta atrás, diz não ao Cruzeiro e fica na Chapecoense

Técnico chegou a acertar tempo de contrato e salário com o Cruzeiro, mas desistiu
14/10/2020 15:50 - Estadão Conteúdo


O técnico Umberto Louzer seguirá à frente da Chapecoense. O treinador, por uma decisão pessoal, recusou a oferta do Cruzeiro, que já dava como certa a contratação do treinador. 

A decisão foi tomada na tarde desta quarta-feira, após uma reunião com Mano Dal Piva, vice de futebol do clube, durante a madrugada O pacto feito com os atletas pesou para a permanência.

A noite não deve ter sido das mais tranquilas para o treinador. Umberto Louzer chegou a acertar tempo de contrato e salário com o Cruzeiro, que o esperava nesta quarta-feira em Atibaia, onde a equipe vem realizando um período de treinos. 

No entanto, o técnico voltou atrás, agradeceu o convite e seguiu no comando da Chapecoense, embora até já tivesse comprado uma passagem aérea para São Paulo.

Na reunião durante a madrugada, Mano Dal Piva bateu muito na tecla do pacto feito com os jogadores, pois anteriormente alguns deixariam o clube, mas optaram por continuar após uma conversa com o próprio treinador. 

A possibilidade de conquistar o acesso, mais facilmente pelo time catarinense, também foi levado em conta.

Na terça-feira, o presidente Paulo Ricardo Magro chegou a afirmar que o comandante não deixaria o clube e provocou o Cruzeiro por procurar o técnico diretamente e não a Chapecoense. 

Já na reunião, Louzer havia dado a palavra de que comandaria a equipe catarinense no duelo contra o CRB, nesta quarta-feira, às 19h15, no Rei Pelé.

Esta não é a primeira vez que o treinador ficou entre dois clubes. Logo após sua saída do Guarani, em novembro de 2018, chegou a acertar com o Tubarão-SC, mas acabou recebendo uma proposta do Vila Nova e acabou assumindo o clube goiano.

Sendo assim, Louzer seguirá na Chapecoense, terceira colocada da Série B, com 26 pontos, mas com três jogos a menos do que o líder Cuiabá, com 32.


 

 
 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.