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		<title>Correio do Estado - Mato Grosso do Sul</title>
		
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				<title><![CDATA[Ivinhema perde em casa e grupo 11 tem novo líder após o término da rodada ]]></title>
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				<description><![CDATA[No último domingo (19) em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro Série D, o Ivinhema recebeu no Estádio Saraivão a equipe do Betim de Minas Gerais e em jogo movimentado, saiu derrotado por 3 a 1. 

A partida na primeira etapa foi truncada e o gol saiu apenas nos acréscimos, com o lateral-esquerdo Pedro Henrique, que pisou na área e abriu o placar, aos 47 minutos do primeiro tempo, levando a vantagem para o intervalo. 

O segundo tempo foi recheado com mais gols, com o fim de partida se aproximando, Paulo Henrique ampliou para os visitantes, após um belo contra-ataque da equipe mineira. 

O time do Ivinhema ainda tentou a reação com Alison Costa, que diminuiu o marcador após bela cobrança de falta, aos 37 minutos da etapa complementar. 

Mas no apagar das luzes após um vacilo da defesa do Ivinhema, Marcelo aproveitou e deu números finais ao jogo, fazendo o terceiro gol do Betim aos 46 minutos da etapa final.

O resultado da partida foi suficiente para fazer grandes alterações na tabela do grupo 11, o Betim que antes era segundo colocado, com a vitória assume a liderança de forma isolada, com 7 pontos. 

Já o Ivinhema, que era líder, caiu para a terceira posição, dividindo pontos com o segundo colocado Uberlândia, mas acabou ficando atrás no saldo de gols, fechando a zona de classificação, tem o próximo adversário do Azulão, o Operário que possui três pontos conquistados em três partidas. 

O próximo compromisso do Ivinhema é um confronto caseiro, o time recebe o Operário, a partida acontecerá no Estádio Saraivão, no próximo domingo dia 26. A bola rola às 17h horário de MS. 
 
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				<category>Esportes</category>
				<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 10:43:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Ponte da Rota Bioceânica deve ligar Brasil e Paraguai em 60 dias]]></title>
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				<description><![CDATA[As obras da ponte da Rota Bioceânica estão em fase final, com previsão da ligação entre o Brasil e o Paraguai ocorrer em cerca de 60 dias, no mês de maio. Conforme última atualização, a distância entre as extremidades brasileira e paraguaia é de apenas 69 metros. No total, são 350 metros que compõe o vão central sobre o rio.

Com 1.294 metros de comprimento e um vão central elevado para navegação segura, a ponte será um ativo logístico estratégico do Corredor Bioceânico, conectando a Rodovia PY15 à malha rodoviária regional.

Nessa segunda-feira (16), o engenheiro italiano Mario de Miranda, responsável pelo projeto da ponte, esteve no canteiro de obras, junto com uma comitiva internacional, para acompanhar de perto a fase final da construção.

Na ocasião, os técnicos acompanharam o funcionamento do “trem de avance”, equipamento que se desloca sobre a estrutura e permite a instalação dos cabos estaiados e a concretagem do tabuleiro no vão principal sobre o rio.

Mario de Miranda afirmou que a ligação física entre Brasil e Paraguai deve acontecer em cerca de 60 dias, conforme já estava previsto em cronograma.


“Quando a Rota Bioceânica estiver funcionando, será um verdadeiro corredor de prosperidade e oportunidades para toda a região”, afirmou o engenheiro.


No mês passado, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, também destacou a importância da obra para Mato Grosso do Sul.


"Mais do que uma obra de engenharia, trata-se de um projeto estruturante para a integração regional, a competitividade logística, o comércio internacional e o desenvolvimento do Chaco paraguaio e do Centro-Oeste brasileiro", disse Verruck em publicação no Linkedin.


Obras

Os trabalhos de construção da ponte ocorrem entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta.

Após a junção entre as duas frentes, será iniciada a etapa final da obra, que consiste na construção e implantação de calçadas, pistas, iluminação viária e ornamental, pavimentação e sinalização. 

A expectativa é que essa próxima etapa seja finalizada em agosto e, em novembro, seja totalmente concluído o acesso à ponte do lado paraguaio.

A Rota Bioceânica será um corredor rodoviário com extensão de 2.396 quilômetros que liga os dois maiores oceanos do planeta, Atlântico ao Pacífico, pelos portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, passando por Paraguai e Argentina.

A ponte é considerada uma peça central da rota. A passarela terá 1,3 quilômetro de extensão e 21 metros de largura, a 35 metros acima da calha do rio, contando com um trecho estaiado de 632 metros, sustentado por torres de 130 metros de altura.

O investimento, de US$ 100 milhões, é totalmente financiado pela Itaipu Binacional, do lado paraguaio.

@@NOTICIA_GALERIA@@

Ponte

A construção da ponte começou oficialmente no dia 14 de janeiro de 2022 e integra um projeto que soma US$ 1,1 bilhão de investimentos do governo paraguaio, no trecho total de 580 km, entre Carmelo Peralta e Pozo Hondo.

Desse montante são:


	US$ 440 milhões já garantiram a conclusão do trecho Carmelo – Loma Plata;
	US$ 100 milhões foram destinados à ponte internacional;
	US$ 354 milhões financiam a pavimentação da Picada 500 (PY-15);
	Outros US$ 200 milhões serão aplicados no segmento entre Centinela e Mariscal.


A execução da ponte está sob responsabilidade do Consórcio Pybra, formado pelas empresas Tecnoedil, Paulitec e Cidades Ltda, sob coordenação do engenheiro civil paraguaio Renê Gómez.

Alça de acesso

Paralelamente a construção da passarela, estão em andamento os trabalhos nos viadutos que integrarão as cabeceiras da ponte nos dois países.

No Brasil, também estão em andamento as obras da alça de acesso. Orçada em aproximadamente R$ 574 milhões, a alça compreende um trecho de 13,1 quilômetros de rodovia para interligar a BR-267 à ponte sobre o rio em Porto Murtinho.

Apesar de a ponte sobre o Rio Paraguai ter expectativa de ser entregue no primeiro semestre de 2026, as alças de acesso à rodovia só devem ser concluídas e liberadas para o público até 2028.

Rota Bioceânica

A Rota Bioceânica terá início em Porto Murtinho, no sudoeste de Mato Grosso do Sul, atravessando o Paraguai e a Argentina até chegar aos portos do Chile.

Essa ligação permitirá que exportações brasileiras cheguem à Ásia com até 17 dias de economia no transporte, em comparação com a saída pelo Porto de Santos, segundo dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

O projeto, que começou a ser debatido em 2014 e foi iniciado em 2017, tem a promessa de ampliar a relação comercial do Estado com países asiáticos e sul-americanos.

A Rota Bioceânica, segundo especialistas, terá potencial para movimentar US$ 1,5 bilhão por ano em exportações de carnes, açúcar, farelo de soja e couros para os outros países por onde passará.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@
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				<category>Economia</category>
				<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:45:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA["Todas as regiões do Estado receberão investimentos, mas o Cone Sul se destaca"]]></title>
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				<description><![CDATA[Mato Grosso do Sul vive um dos ciclos de crescimento econômico mais intensos de sua história recente. Com expansão do agronegócio, chegada de novas indústrias, obras estruturantes e avanço populacional acima da média nacional, a demanda por energia elétrica cresce em ritmo acelerado.

Para acompanhar esse cenário, a Energisa MS anunciou um aporte de R$ 928 milhões neste ano, o maior investimento anual desde que assumiu a concessão, há 11 anos.

O pacote contempla ampliação e modernização da rede de distribuição, aumento da capacidade de subestações, construção de novas subestações, incorporação de tecnologias para tornar o fornecimento mais resiliente e ações integradas com prefeituras para mitigar impactos de eventos climáticos severos.

Na prática, o recurso é fundamental para garantir a chegada de novos empreendimentos, apoiar o avanço industrial e do agronegócio e assegurar que regiões em forte expansão, como o Cone Sul, tenham a energia necessária disponível.

Em entrevista exclusiva ao Correio do Estado, o diretor-presidente da Energisa MS, Paulo Roberto dos Santos, detalhou como os investimentos serão distribuídos, quais regiões receberão mais obras, como a empresa está lidando com a intensificação de eventos climáticos e de que maneira a expansão da infraestrutura elétrica sustenta o desenvolvimento econômico do Estado.

Confira abaixo a entrevista completa.

A Energisa MS anunciou um grande aporte financeiro para este ano, o maior desde que assumiu a concessão no Estado. O que torna este ano tão decisivo para a infraestrutura elétrica sul-mato-grossense?

A Energisa MS está alinhada ao ritmo acelerado de crescimento de Mato Grosso do Sul e acompanhando a evolução das novas demandas.

Por isso, ampliar o volume de investimentos representa uma ação estratégica e necessária. Estamos falando de R$ 928 milhões, praticamente R$ 1 bilhão, que serão destinados à modernização e à expansão da capacidade de fornecimento de energia em todo o Estado.

Metade desses recursos será aplicada na ligação de novos clientes, novos empreendedores e novas indústrias, que deverão gerar empregos e contribuir diretamente para o desenvolvimento econômico.

A outra metade contempla ações essenciais, como modernização da rede, manutenções preventivas, ampliação de seis subestações e construção de duas novas, garantindo mais potência energética para Mato Grosso do Sul.

O Estado vive um momento de transformação, crescimento populacional e expansão produtiva. Nosso papel é assegurar que a infraestrutura elétrica acompanhe esse avanço e impulsione ainda mais o desenvolvimento dos sul-mato-grossenses.

Quando falamos de Brasil, é importante citar que, este ano, o Grupo Energisa terá um investimento previsto de R$ 6,5 bilhões, dos quais 92% serão direcionados às distribuidoras de energia elétrica do grupo, com foco na modernização da rede elétrica, resultando em maior qualidade e segurança no fornecimento ao cliente.

Nós estamos falando de mais de 20 milhões de pessoas em 939 cidades de todas as regiões brasileiras, ou seja, conforto e desenvolvimento também.

O volume de obras previsto para este ano é expressivo. Como a empresa se organiza para executar tantas frentes simultâneas em todas as regiões?

Temos uma estrutura organizacional robusta, distribuída estrategicamente por todo o Estado. Esse modelo, aliado aos prestadores de serviço já contratados para 2026, nos garante capacidade operacional para cumprir o planejamento sem dificuldades.


Mato Grosso do Sul cresce entre 7% e 8% ao ano, número que supera largamente a média nacional. Em resposta, ampliamos nosso investimento em quase 50% em relação ao ano passado, quando aplicamos cerca de R$ 700 milhões.


Além disso, estamos em contato direto com todos os grandes empreendedores que estão chegando ao Estado. Conhecemos o cronograma de cada projeto e suas necessidades de energia e garantimos alinhamento total entre oferta e demanda.

Mais da metade do investimento será voltado à expansão de rede. Quais regiões terão a maior transformação no acesso à energia já neste ano?

Todas as regiões do Estado receberão investimentos, mas o Cone Sul se destaca pelo volume de novos empreendimentos e pela velocidade de crescimento. Cerca de 35% a 40% do investimento para expansão será direcionado para essa região, onde a demanda por energia aumenta de forma muito acelerada.

Também estamos concentrando esforços em municípios como Inocência, Paranaíba e Cassilândia, que apresentam forte atividade agroindustrial e rural. Em Maracaju, construiremos uma nova subestação, que deve solucionar limitações históricas e dar mais estabilidade ao fornecimento.

A modernização da rede, que representa 41% do investimento, promete elevar a qualidade do serviço. Que melhorias o consumidor poderá perceber ainda este ano?


O consumidor perceberá avanços importantes, especialmente no desempenho da rede e na agilidade das equipes durante serviços e em ocorrências emergenciais. Estamos incorporando novas tecnologias e ampliando sistemas automatizados que ajudam a identificar e isolar defeitos com mais rapidez.


Mato Grosso do Sul tem enfrentado uma intensificação de eventos climáticos severos, marcados pela alternância entre calor extremo, secas históricas, tempestades e tempestades severas.

Em 2025 e no início de 2026, o Estado registrou recordes de temperatura e instabilidade climática significativa. Por isso, estamos garantindo a evolução contínua da infraestrutura da rede elétrica do Estado.

Outro ponto essencial são os convênios com as prefeituras para poda e limpeza de faixa, que é a vegetação próxima à rede. Hoje, mais de 30 municípios já aderiram, o que garante redução de impactos e oscilações.

Cerca de 80% das ocorrências têm relação direta com vegetação: galhos, cipós e árvores que atingem a rede durante tempestades. Com a parceria das prefeituras e os investimentos em modernização, reduziremos significativamente essas interferências, sobretudo nas áreas rurais.

O restabelecimento após tempestades enfrenta muitos obstáculos. O que está sendo feito para reduzir o tempo de resposta?

Nosso maior desafio é a logística de acesso. Em vários casos, equipes enfrentam pontes danificadas, estradas alagadas e vias obstruídas por quedas de árvores. Isso torna o deslocamento mais demorado.

Para minimizar esse impacto, além de investir cada vez mais em treinamentos de reciclagem e na capacitação dos nossos colaboradores, estamos ampliando o número de equipes, contratando mais profissionais e trazendo mão de obra de fora do Estado, já que há escassez local.

Também estamos aumentando a quantidade de equipamentos e veículos especializados.


É importante reforçar que, em muitas situações, as atividades são muito complexas e precisamos de apoio do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e, eventualmente, da ajuda de equipamentos pesados para chegarmos ao local da ocorrência. O restabelecimento exige esforço intenso e operações complexas.


Novas subestações e ampliações estão entre as obras mais relevantes. Como essas entregas impactam setores como indústria, agro e serviços?

Subestações mais modernas e com maior capacidade são fundamentais para garantir energia estável e suficiente para atender às novas cadeias produtivas.


Quando ampliamos a capacidade de fornecimento, criamos condições para que novos empreendimentos industriais e agropecuários se instalem no Estado e para que os já existentes possam crescer sem restrições.


Essas obras fortalecem diretamente o desenvolvimento regional, ampliam a competitividade de Mato Grosso do Sul e ajudam a atrair novos investimentos privados. É um efeito em cadeia: energia confiável gera segurança para produzir, expandir e gerar empregos.

Recentemente, a Energisa MS anunciou um programa de formação de eletricistas com foco no público feminino. Como vai funcionar?

O setor elétrico é historicamente marcado pela predominância masculina, mas a presença feminina vem crescendo nas atividades de campo. O nosso programa busca acelerar esse movimento, oferecendo capacitação técnica gratuita e preparando profissionais para atuar em uma das áreas mais estratégicas do País.

Até agora, 30 mulheres concluíram o curso em Dourados e Campo Grande. A turma mais recente se formou em fevereiro, na Capital. A meta da companhia é ampliar ainda mais a participação feminina no setor elétrico.

Vamos ofertar novas turmas exclusivas para mulheres ainda este ano. Queremos fortalecer cada vez mais essa presença aqui em Mato Grosso do Sul.

{Perfil}

Paulo dos Santos

Executivo do setor elétrico com mais de 40 anos de atuação, já ocupou cargos de liderança em várias áreas, como Operação, Automação, Medição e Transmissão.

Na Energisa há 14 anos, em 2017, o executivo assumiu a Diretoria Técnica e Comercial da Energisa Mato Grosso do Sul. Em setembro de 2024, assumiu como diretor-presidente da concessão no Estado.

 

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				<category>Economia</category>
				<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 08:00:00 -0400</pubDate>
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