Anderson Silva encerrou sua trajetória nos ringues brasileiros em 2024, após empatar em uma luta de exibição de boxe contra Chael Sonnen. O evento marcou o fim de uma carreira lendária e, ao mesmo tempo, reforçou o impacto financeiro que o ex-campeão do UFC alcançou ao longo dos anos.
Embora os valores da última luta não tenham sido divulgados, o histórico de ganhos do “Spider” impressiona e explica por que seu nome segue entre os mais lucrativos da história do esporte. Entre 2011 e 2016, Anderson Silva acumulou mais de US$ 27 milhões em apenas nove lutas, segundo documentos liberados em 2023 durante um processo antitruste contra o UFC.
A liberação judicial permitiu que os valores pagos às principais estrelas do MMA se tornassem públicos, revelando detalhes sobre os rendimentos do brasileiro. Em reais, as cifras variavam de R$ 3,2 milhões a R$ 14 milhões por combate, dependendo da cotação do dólar em cada época.
Entre as lutas mais lucrativas, destacam-se os confrontos contra Chris Weidman, em 2013, que renderam cerca de R$ 17 milhões somados, e contra Daniel Cormier, em 2016, com ganhos de aproximadamente R$ 14 milhões. No total, as nove lutas renderam cerca de R$ 78,8 milhões.
O legado esportivo e financeiro de Anderson Silva
Anderson Silva ingressou no UFC em 2006 e rapidamente se tornou um dos atletas mais dominantes da organização, acumulando 12 vitórias consecutivas antes de enfrentar Vitor Belfort em 2011.
Após deixar o UFC, Silva explorou o boxe profissional, mantendo sua relevância e rentabilidade. Em 2022, o duelo contra o youtuber Jake Paul lhe garantiu cerca de US$ 1,5 milhão, consolidando sua capacidade de atrair público e patrocinadores mesmo fora do octógono.
