A Black Friday 2025, marcada para 28 de novembro, promete movimentar o comércio brasileiro com uma enxurrada de promoções e ofertas. No entanto, o período também se tornou um terreno fértil para fraudes, exigindo atenção redobrada dos consumidores.
De acordo com levantamento da Proteste e do Procon-SP, cerca de 40% das pessoas já relataram ter sido enganadas em campanhas de desconto. Esses esquemas têm se tornado cada vez mais sofisticados, dificultando a identificação por parte do público.

Como identificar descontos falsos e evitar armadilhas
Os golpes mais comuns durante a Black Friday envolvem três frentes principais: falsos descontos, páginas clonadas e links fraudulentos. Nos falsos descontos, o preço é elevado antes para parecer reduzido na Black Friday. Já os sites falsos, eles imitam grandes lojas e enviam mensagens por SMS ou WhatsApp que levam a páginas maliciosas.
Para identificar se o desconto é real, o ideal é acompanhar o histórico de preços. Ferramentas como Buscapé, Zoom e Google Shopping permitem verificar se o valor realmente caiu.
Outra dica é comparar o preço entre lojas diferentes e checar o CNPJ e a reputação da empresa antes de comprar. Descontos acima de 60% em produtos muito procurados devem levantar suspeitas.
Dicas práticas para uma compra segura
Os órgãos de defesa do consumidor recomendam atenção a alguns detalhes. Sites seguros apresentam o cadeado de segurança (HTTPS) e informam CNPJ e endereço físico. Também é indicado evitar boletos enviados por terceiros e priorizar pagamentos por carteiras digitais ou cartões virtuais, que oferecem maior proteção.
Além disso, o consumidor tem sete dias para desistir de uma compra online, conforme o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. Se houver defeito ou propaganda enganosa, é possível exigir troca ou reembolso.





