Neste domingo (14), o Cruzeiro foi eliminado das semifinais da Copa do Brasil pelo Corinthians, fator que foi determinante para o técnico Leonardo Jardim pedir demissão. Embora a decisão não tenha sido oficializada, o treinador português, que faturava R$ 3 milhões mensais, já comunicou à presidência seu objetivo. Por sua vez, a equipe mineira deseja contar com Tite para a temporada 2026.
Recentemente, o ex-treinador da Seleção Brasileira anunciou o retorno de suas atividades como técnico, tendo em vista a saída de cena para cuidar da saúde mental. Porém, mesmo com o interesse do Cruzeiro, é esperado que a negociação se arraste. De acordo com os empresários do comandante, a prioridade é encontrar um clube europeu para orquestrar.

Caso seja convencido por Pedro Lourenço (dono da SAF), Pedro Junio (vice-presidente) e Joaquim Pinto (diretor executivo), a tendência é que Tite cobre salário mensal de R$ 2 milhões, valor bem abaixo do que era desembolsado por Jardim. A corrida contra o tempo fica a cargo do início da temporada, que tem o Campeonato Brasileiro marcado para 28 de janeiro.
Reviravolta na parceria entre Leonardo Jardim e Cruzeiro
Prestigiado no cenário europeu, Leonardo Jardim surpreendeu a todos ao assumir o comando do Cruzeiro no início da temporada 2025. Durante o processo de adaptação, foi eliminado na fase de grupos da Copa Sul-Americana, oscilando por longo período. Nesse ínterim, o treinador convenceu o acionista da SAF da Raposa a remover a cláusula que previa indenização em caso de saída antecipada.
Portanto, caso a rescisão seja sacramentada, o treinador não terá que arcar com os meses subsequentes que teria de contrato. O objetivo do Cruzeiro é fechar com um novo nome antes que a temporada seja iniciada. Pela equipe mineira, o português conta com 55 partidas, sendo recompensado com 26 vitórias, 18 empates, 11 derrotas e vaga carimbada na fase de grupos da Libertadores 2026.





