Consolidada no mercado brasileiro como uma das maiores redes varejistas, as lojas da Havan têm sido alvos de vários ataques. Ao final do ano passado, em Balneário Camboriú, os muros de uma das unidades foram pichados. A fim de acabar com as retaliações desproporcionais, o fundador, Luciano Hang, está oferecendo uma recompensa para quem descobrir quem é o autor.
Por meio de suas redes sociais, o empresário esclareceu que esteve na cidade catarinense no ano passado para verificar de perto a cobertura das pichações a convite da prefeitura e dos vereadores. Na ocasião, Hang descobriu que a autora das “obras de arte” tem deixado a sua assinatura pelas ruas. Como resultado da afronta, Luciano ofereceu R$ 5 mil do próprio bolso para quem o auxiliar a encontrar a responsável.

“Lancei um desafio para descobrir quem é a tal “Kezya”. Estou oferecendo R$ 5 mil de recompensa, e o município ainda vai repassar 20% do valor da multa para quem denunciar. Do jeito que está, não pode ficar. Se você sabe quem é a pichadora que assina “Kezya”, denuncie pelos telefones 153 (Guarda Municipal de BC), 190, ou pelo aplicativo BC Digital”, alertou o visionário.
Vandalismo é frequente em unidades da Havan
Em setembro do ano passado, uma estátua da Havan, réplica da Estátua da Liberdade, foi incendiada na unidade da Avenida Honorato Viana, em Petrolina, no sertão de Pernambuco. Com a ocorrência registrada por meio da Delegacia da 213ª Circunscrição, o prejuízo para o empresário Luciano Hang foi de R$ 1,5 milhão, valor de cada monumento de sua rede.
Vídeos circulados nas redes sociais mostram o fogo se espalhando para o terreno ao lado da Havan, motivo que exigiu a presença dos bombeiros. Após o incidente, somente restou a estrutura metálica do monumento degradada, exigindo investigação por parte da polícia local. Para a tristeza da rede varejista, esse foi o terceiro ataque a uma das estátuas do empreendimento.
“Até onde vai a intolerância? Compartilho com vocês alguns comentários que vi sobre a nossa estátua, que foi incendiada de forma criminosa na Havan de Petrolina, em Pernambuco. São comentários de ódio, nos quais pessoas comemoram a tragédia e torcem para que outros atos assim aconteçam. Tudo isso porque pensamos diferente”, escreveu o empresário.